quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
I PARADA GAY DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE RN
A FUNDAÇÃO CULTURAL DONA MILITANA ESTÁ APOIANDO A I PARADA GAY DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE. SERÁ UM EVENTO DXE REINVIDICAÇÃO DOS DIREITOS DO GLBTT. VEJA ALGUMAS PROOPOSTAS QUE IRÁ LEGITIMAR O MOVIMENTO GAY DO MUNICIPIO:
Legislação e Justiça : Articulação da Política de Promoção dos Direitos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais1. Criar Ciclo de Formação e Direitos Humanos para população GLBTT, para profissionais da Segurança Pública;
2. Apoiar a aprovação do Projeto de Lei 122/06 que criminaliza a homofobia;
3. Garantir a união civil para casais homossexuais;
4. Criar leis que confiram para os (as) travestis e transexuais o reconhecimento de seus nomes de acordo a identidade de gênero e social nos documentos;
5. Incluir as Mulheres Lésbicas, travestis e transexuais no Conselho da Mulher garantindo o reconhecimento de seus direitos;
6. Criar nas Secretarias de Desenvolvimento Social, Gerências da diversidade sexual;
7. Garantir o direito a visita íntima aos GLBT encarcerados;
8. Estabelecer contato com a Câmara de Vereadores no sentido de propor leis municipais relativas à comunidade GLBT;
9. Confeccionar cartilhas para a comunidade GLBT com o tema segurança de maneira a criar mecanismos de prevenção e defesa;
10. Estimular a criação de fóruns, conselhos e associações responsáveis por ações políticas de promoção aos direitos GLBT;
11. Garantir direito de adoção e criação de crianças por pessoas do mesmo sexo;
12. Criar de uma lei municipal para a criminalização da homofobia.
13. Criar órgão público que monitore, apóie e atenda a demanda da comunidade GLBT (por exemplo uma coordenação na Secretaria de Segurança Pública);
14. Elaborar diretrizes legais para a garantia da cidadania e dos direitos da população
GLBT
15. Implementar políticas públicas transversais com ações em que a cultura GLBT seja divulgada positivamente, enfatizando o estudo antropológico das relações de gênero, orientação sexual e sexualidade;
16. Promover cursos de formação para agentes públicos (efetivos, comissionados, contratados e terceirizados), especialmente nas áreas de segurança, saúde e educação, para que a comunidade seja tratada com equidade e respeitando-se a diversidade sexual;
17. Garantir aos servidores do Estado e dos Municípios do Rio Grande do Norte que convivem com companheiros (as) do mesmo sexo, o reconhecimento da união estável, bem como, pensão por morte e herança;
18. Promover cursos de formação para policiais civis, militares, bombeiros, delegados de polícia, incluindo nos conteúdos programáticos as disciplinas de Relação de Gênero e combate a Homofobia;
19. Implementar nos currículos dos cursos de Direito estudos específicos sobre as problemáticas que envolvem a comunidade GLBT;
20. Reconhecer a identidade de gênero de Travestis e Transexuais para tratamento igualitário em todos os setores e políticas públicas, especialmente em questões complexas como cárcere e segurança;
21. Criar celas especiais nas delegacias, para garantir a integridade física dos GLBT com direito à sua condição de cidadão;
22. Criar e regulamentar lei que garanta direitos civis e previdenciários para comunidade GLBT em todos os níveis de administração.
23. Criar o Programa MUNICIPAL –SÃO GONÇALO SEM HOMOFOBIA.
24. Criar Centro Integrado Municipal de assistência para o segmento GLBT;
25. Regulamentar a inseminação artificial em mulheres lésbicas e o reconhecimento da dupla maternidade.
26. Criar Juizado Especial para os segmentos GLBT;
27. Garantir que as verbas destinadas ao desenvolvimento social dentro das diversas secretarias do ESTADO tenham uma parte dos investimentos voltados para a promoção da cidadania e igualdade dos GLBT;
28. Criar um órgão governamental para administrar os interesses e reivindicações da população GLBT;
29. Publicar e divulgar materiais informativos e educativos sobre a homossexualidade e a transexualidade para ampla distribuição entre a população em geral e entre setores específicos: Advogados, médicos, religiosos, professores, etc.
30. Criar de cotas para GLBT como medida de reparação histórica e social e como política de ações afirmativas nos órgãos governamentais, empresas, meios de comunicação, etc.
31. Incluir a temática GLBT nos currículos escolares em todos os níveis, prevendo-se a elaboração de material didático e implementação de pesquisas sobre sexualidade humana e instalação de cursos de formação e profissionalização sobre homossexualidade e transexualidade;
32. Incluir o tema Direitos Humanos da população GLBT nos cursos de formação da polícia, forças armadas, guardas municipais e agentes de segurança;
33. Instalar um sistema de levantamento de dados qualitativos e quantitativos sobre a homofobia nos níveis municipal, estadual, e federal com interpretação e ampla divulgação anual com vistas ao planejamento de ações afirmativas para aerradicação da homofobia;
34. Estimular os meios de comunicação a incluir personagens e temas GLBT, de forma positiva, em sua Programação;
35. Estimular as associações e órgãos reguladores da mídia e propaganda para monitorar e mapear as manifestações homofóbicas, propondo aos faltosos como reparação a obrigatoriedade e dando direito a resposta a representantes legítimos da comunidade GLTB;
36. Ampliar os Centros de Referências GLBT em todas as capitais e principais cidades sobre a administração da Secretaria de Ação Social ou Secretaria de Segurança Pública selecionando funcionários auto identificados como transexuais ou homossexuais e que ofereçam atendimento jurídico, psicológico, de assistência social, casa de passagem, abrigo e geração de renda;
37. Orientar aos partidos políticos a se articularem para a criação e promoção das frentes parlamentares de apoio GLBT no âmbito municipal e estadual;
38. Encaminhar através dos Tribunais Estaduais e Superiores todas as causas que versem sobre união homoafetiva para as câmaras especializadas de família e promover a capacitação dos seus membros em relação aos direitos homoafetivos.
39. Conseguir através de abaixo assinado em esfera nacional, com assinatura da sociedade civil como um todo para pressionar o congresso nacional a fim de aprovar o Projeto de LEI de União Estável em relação homo afetiva.
40. Criar delegacias especializadas em crimes homofóbicos em todos os estado da federação.
41. Estimular contratos de convivência entre pessoas do mesmo sexo, lavrando uma declaração na presença do tabelião e testemunhas, especificando a lei para o
reconhecimento público de fato de ambas as partes.
42. Cobrar das academias de policia nos cursos de capacitação em diretos humanos com policiais civis e militares no trato com homossexuais vítimas de violência ou em situações de vulnerabilidade.
43. Estimular que os municípios criem organismos públicos de proteção aos direitos GLBT’S.
44. Estimular o Poder Judiciário a criação de ouvidorias nas esferas municipal, estadual e federal no que tange a proteção dos direitos GLBT’S
45. Estimular que os programas de governo que demandem recursos e projetos sociais a porcentagem de 5% a 10% para administração por parte da ONG.
46. Priorizar o atendimento médico, hospitalar e laboratorial, com enfoque em doenças infecto-contagiosas e DST/AIDS aos GLBT em estado de cárcere;
47. Criar a delegacia de defesa dos GLBTs, os Conselhos Municipais, Estaduais e Federal de Defesa dos Direitos dos LBTs e seus respectivos fundos municipais;
48. Repassar imediatamente as verbas de subvenção dos diversos setores públicos para as instituições que atendem GLBTs.
Legislação e Justiça : Articulação da Política de Promoção dos Direitos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais1. Criar Ciclo de Formação e Direitos Humanos para população GLBTT, para profissionais da Segurança Pública;
2. Apoiar a aprovação do Projeto de Lei 122/06 que criminaliza a homofobia;
3. Garantir a união civil para casais homossexuais;
4. Criar leis que confiram para os (as) travestis e transexuais o reconhecimento de seus nomes de acordo a identidade de gênero e social nos documentos;
5. Incluir as Mulheres Lésbicas, travestis e transexuais no Conselho da Mulher garantindo o reconhecimento de seus direitos;
6. Criar nas Secretarias de Desenvolvimento Social, Gerências da diversidade sexual;
7. Garantir o direito a visita íntima aos GLBT encarcerados;
8. Estabelecer contato com a Câmara de Vereadores no sentido de propor leis municipais relativas à comunidade GLBT;
9. Confeccionar cartilhas para a comunidade GLBT com o tema segurança de maneira a criar mecanismos de prevenção e defesa;
10. Estimular a criação de fóruns, conselhos e associações responsáveis por ações políticas de promoção aos direitos GLBT;
11. Garantir direito de adoção e criação de crianças por pessoas do mesmo sexo;
12. Criar de uma lei municipal para a criminalização da homofobia.
13. Criar órgão público que monitore, apóie e atenda a demanda da comunidade GLBT (por exemplo uma coordenação na Secretaria de Segurança Pública);
14. Elaborar diretrizes legais para a garantia da cidadania e dos direitos da população
GLBT
15. Implementar políticas públicas transversais com ações em que a cultura GLBT seja divulgada positivamente, enfatizando o estudo antropológico das relações de gênero, orientação sexual e sexualidade;
16. Promover cursos de formação para agentes públicos (efetivos, comissionados, contratados e terceirizados), especialmente nas áreas de segurança, saúde e educação, para que a comunidade seja tratada com equidade e respeitando-se a diversidade sexual;
17. Garantir aos servidores do Estado e dos Municípios do Rio Grande do Norte que convivem com companheiros (as) do mesmo sexo, o reconhecimento da união estável, bem como, pensão por morte e herança;
18. Promover cursos de formação para policiais civis, militares, bombeiros, delegados de polícia, incluindo nos conteúdos programáticos as disciplinas de Relação de Gênero e combate a Homofobia;
19. Implementar nos currículos dos cursos de Direito estudos específicos sobre as problemáticas que envolvem a comunidade GLBT;
20. Reconhecer a identidade de gênero de Travestis e Transexuais para tratamento igualitário em todos os setores e políticas públicas, especialmente em questões complexas como cárcere e segurança;
21. Criar celas especiais nas delegacias, para garantir a integridade física dos GLBT com direito à sua condição de cidadão;
22. Criar e regulamentar lei que garanta direitos civis e previdenciários para comunidade GLBT em todos os níveis de administração.
23. Criar o Programa MUNICIPAL –SÃO GONÇALO SEM HOMOFOBIA.
24. Criar Centro Integrado Municipal de assistência para o segmento GLBT;
25. Regulamentar a inseminação artificial em mulheres lésbicas e o reconhecimento da dupla maternidade.
26. Criar Juizado Especial para os segmentos GLBT;
27. Garantir que as verbas destinadas ao desenvolvimento social dentro das diversas secretarias do ESTADO tenham uma parte dos investimentos voltados para a promoção da cidadania e igualdade dos GLBT;
28. Criar um órgão governamental para administrar os interesses e reivindicações da população GLBT;
29. Publicar e divulgar materiais informativos e educativos sobre a homossexualidade e a transexualidade para ampla distribuição entre a população em geral e entre setores específicos: Advogados, médicos, religiosos, professores, etc.
30. Criar de cotas para GLBT como medida de reparação histórica e social e como política de ações afirmativas nos órgãos governamentais, empresas, meios de comunicação, etc.
31. Incluir a temática GLBT nos currículos escolares em todos os níveis, prevendo-se a elaboração de material didático e implementação de pesquisas sobre sexualidade humana e instalação de cursos de formação e profissionalização sobre homossexualidade e transexualidade;
32. Incluir o tema Direitos Humanos da população GLBT nos cursos de formação da polícia, forças armadas, guardas municipais e agentes de segurança;
33. Instalar um sistema de levantamento de dados qualitativos e quantitativos sobre a homofobia nos níveis municipal, estadual, e federal com interpretação e ampla divulgação anual com vistas ao planejamento de ações afirmativas para aerradicação da homofobia;
34. Estimular os meios de comunicação a incluir personagens e temas GLBT, de forma positiva, em sua Programação;
35. Estimular as associações e órgãos reguladores da mídia e propaganda para monitorar e mapear as manifestações homofóbicas, propondo aos faltosos como reparação a obrigatoriedade e dando direito a resposta a representantes legítimos da comunidade GLTB;
36. Ampliar os Centros de Referências GLBT em todas as capitais e principais cidades sobre a administração da Secretaria de Ação Social ou Secretaria de Segurança Pública selecionando funcionários auto identificados como transexuais ou homossexuais e que ofereçam atendimento jurídico, psicológico, de assistência social, casa de passagem, abrigo e geração de renda;
37. Orientar aos partidos políticos a se articularem para a criação e promoção das frentes parlamentares de apoio GLBT no âmbito municipal e estadual;
38. Encaminhar através dos Tribunais Estaduais e Superiores todas as causas que versem sobre união homoafetiva para as câmaras especializadas de família e promover a capacitação dos seus membros em relação aos direitos homoafetivos.
39. Conseguir através de abaixo assinado em esfera nacional, com assinatura da sociedade civil como um todo para pressionar o congresso nacional a fim de aprovar o Projeto de LEI de União Estável em relação homo afetiva.
40. Criar delegacias especializadas em crimes homofóbicos em todos os estado da federação.
41. Estimular contratos de convivência entre pessoas do mesmo sexo, lavrando uma declaração na presença do tabelião e testemunhas, especificando a lei para o
reconhecimento público de fato de ambas as partes.
42. Cobrar das academias de policia nos cursos de capacitação em diretos humanos com policiais civis e militares no trato com homossexuais vítimas de violência ou em situações de vulnerabilidade.
43. Estimular que os municípios criem organismos públicos de proteção aos direitos GLBT’S.
44. Estimular o Poder Judiciário a criação de ouvidorias nas esferas municipal, estadual e federal no que tange a proteção dos direitos GLBT’S
45. Estimular que os programas de governo que demandem recursos e projetos sociais a porcentagem de 5% a 10% para administração por parte da ONG.
46. Priorizar o atendimento médico, hospitalar e laboratorial, com enfoque em doenças infecto-contagiosas e DST/AIDS aos GLBT em estado de cárcere;
47. Criar a delegacia de defesa dos GLBTs, os Conselhos Municipais, Estaduais e Federal de Defesa dos Direitos dos LBTs e seus respectivos fundos municipais;
48. Repassar imediatamente as verbas de subvenção dos diversos setores públicos para as instituições que atendem GLBTs.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
A PEÇA VESTIDO DE NOIVA
A COMPANHIA TEATRAL MANOEL FERREIRA DE OROBÓ-PE, CRIADA PARA FAZER HOMENAGEM AO DIRETOR TEATRAL MANOEL FERREIRA, ENCENOU A PEÇA TEATRAL VÉU DE NOIVA DO DIRETOR, PRODUTOR, AUTOR E ATOR MIGUEL FALABELA NO TEATRO MUNICIPAL POTI CAVALCANTI. O TEATRO ESVA CHEIO. ALÉM DE SE APRESENTAR OUTROS ARTITAS LOCAIS COMO JOCÉLIO NUNES, RODOLFO COSCARK E ILDERSOM LIMA COMO CATITA.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
300 ANOS DE HISTÓRIA
VANOS COMEMORAR 300 ANOS DE HISTÓRIA. A CIDADE DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE-RN É APENAS UMA UMA MOÇA QUE JÁ PARIU QUASE OU MAIS DE 100 MIL FILHOS. NENHUM É MAIS OU MENOS IMPORTANTE DO QUE O OUTRO. ALGUNS PODEM ATÉ SE ACHAREM MAIS IMPORTANTES, MAIS PODEROSOS, MAIS RICOS, MAIS SEI LÁ O QUE... PORÉM ESSA JOVEM MÃE ESTÁ SEMPRE LUTANDO ENTRE SEUS FILHOS, A BUSCA DA ACEITAÇÃO DAS DIFERENÇAS. A ACEITAÇÃO DAS DIVERSIDDES, A ACEITAÇÃO DO OUTRO SEM PRÉ-CONCEITOS OU PRECONCEITOS. E JAIME CALADO, O NOSSO PREFEITO, TEM O PRAZER COM TODOS OS FILHOS SÃOGONÇALENSES DE CELEBRAR ESTE ANIVERSÁRIO. 300 ANOS SE FAZ APENAS UMA VEZ. VAMOS A FESTA, VAMOS COMEMORAR...
ABAIXO ESTÃO ALGUNS DOS LIVROS DE AUTORIA DOS SÃOGONÇALENSES
TODOS OS LIVROS ABAIXO CITADOS RELATA UM POUCO DA HISTÓRIA DO POVO SÃOGONÇALENSE. AINDA EXISTEM MUITOS ESCRITORES, POETAS, CORDELISTAS QUE IRÃO ESTÁ PUBLICDO NESSE BLOG. NÃO VAMOS ESQUECER NENHUM. HAILTOM MANGABEIRA,PAULO VARELA,OS CORDELISTAS MIRINS DA ESCOLA MUNICIPAL DOM JOAQUIM DE ALMEIDA..... VAMOS CONTAR A NOSSA HISTÓRIA NESSES MAIS 300 ANOS...ATÉ MIS TARDE.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
CARTOGRAFIA DO PASTORIL NO RIO GRANDE DO NORTE
MARCILIO DE SOUZA VIEIRA
TEREZINHA PETRUCIA DA NÓBREGA
GRUPO DE ESTUDOS CORPO E CULTURA DE MOVIMENTO (GEPEC)
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (UFRN)
GT 30
Resumo
Trata-se de um recorte da tese de doutorado em Educação. Tematiza o Pastoril bailado que integra o ciclo das festas natalinas do Nordeste, dança de representação dramática, transformada em sincretismo profano-religioso e encontra boa receptividade principalmente na região nordeste do país criando raízes em novas re-elaborações dos personagens como o velho, as mestras e contramestras do bailado. O trabalho tem como objetivo mapear os pastoris no Rio Grande do Norte, apontando a relevância dessa dança dramática para as práticas espetaculares do RN e tem aporte metodológico na Fenomenologia elucidando os elementos citados como cenário do vivido e do sensível.
Unitermos: Pastoril. Cartografia. Bailado religioso e profano.
Pastorais, Bailes Pastoris, Festa da Lapinha, Terno de Reis, Pastor, Pastoril Religioso ou Profano... Pastoris do Norte e Nordeste brasileiro. Mário de Andrade designou-o de Pastoril, dança de origem ibérica tendo sua raiz primeira nos villancicos. Folguedo nitidamente popular, justificado pela presença dos presépios no Pastoril religioso e do Velho, personagem audaz, no Pastoril profano.
O Pastoril, bailado que integra o ciclo das festas natalinas do Nordeste, teve início na Idade Média e era clássico em Portugal onde recebia a denominação de Auto do Presépio. Tinha, contudo, um sentido apologético, de ensino e defesa da verdade religiosa e da encarnação da divindade.
Dança de representação dramática, transforma-se em sincretismo profano-religioso e encontra boa receptividade principalmente na região nordeste do país criando raízes em novas reelaborações dos personagens como o velho, as mestras e contramestras do bailado.
Este trabalho tem como objetivo mapear os pastoris no Rio Grande do Norte, apontando a relevância dessa dança dramática para as práticas espetaculares do RN e tem aporte metodológico na Fenomenologia elucidando os elementos citados como cenário do vivido e do sensível.
O Pastoril persiste ao tempo e a tradicionalidade como uma aprendizagem a partir dos processos da cultura, tem sua origem vinculada ao teatro religioso semi-popular ibérico, pois na Espanha e Portugal, as datas católicas se transformaram em festas eclesiásticas e ao mesmo tempo em festa popular. Segundo autores como Andrade (2002) e Mello e Pereira (1990), desde tempos muito antigos até o final do século XVI, são representadas peças de um ato relativas ao Natal, Reis, Páscoa, numa mistura de elementos pastorais e alegóricos, de bailados, textos e canções. Esse teatro popular se afirmou em Portugal com os villancicos galego-portugueses, fonte primeira dos nossos pastoris.
O caráter religioso desse auto está cheio de teatralidade, porém são os elementos sociais profanos que vão pouco a pouco tomando importância desmesurada, que destrói a finalidade religiosa primitiva do teatro e que nos faz rir.
Podemos dizer que o pastoril traz consigo uma moral cristã percebida principalmente no Pastoril religioso e uma moral sexual arraigada no Pastoril profano. Exaltam seus personagens, saúdam os espectadores, Louva o Messias (Pastoril religioso) e parodia com o público (Pastoril profano).
O bailado em sua forma religiosa ou profana apresenta dois cordões de pastoras que se vestem de azul e vermelho e entre os dois cordões está a Diana que é a mediadora das rivalidades existentes nos cordões de pastoras. As cores, segundo Andrade (2002), representam a luta entre cristãos e mouros, e ainda, a Virgem Maria e Nosso Senhor.
Estudiosos do pastoril apontam o final do século XIX como à passagem do Pastoril religioso para o Pastoril profano. Dessa forma, antigos presépios, lapinhas e pastoris sagrados tiveram que conviver com esse bailado profano. O seu surgimento não implicou a eliminação dos autos natalinos citados, sendo estes encontrados ainda em sua forma sagrada em alguns estados brasileiros da região nordeste.
Parafraseando Eliade (1992), há uma passagem do tempo sagrado para o tempo profano no Pastoril. Este autor diz que o homem toma conhecimento do sagrado porque este se manifesta como algo diferente do profano. Este humano manifesta o sagrado em um objeto que continua a ser ele mesmo.
O Pastoril religioso ao representar o nascimento da natividade, de certa forma, manifesta o sagrado em sua totalidade; já o Pastoril profano dessacraliza essa religiosidade.
Ao enveredar por esses caminhos, o Auto Pastoril transforma-se em sincretismo profano-religioso, tornando-se, muitas vezes, em profano, com suas características que ressaltam a licenciosidade do Velho do Pastoril e a sensualidade das pastoras.
No Pastoril profano esse comportamento pode ser observado em algumas canções que não trazem características libidinosas. Geralmente essas canções iniciavam/iniciam as jornadas para que estas ficassem/fiquem depois mais picantes com a presença do Velho.
Ratificamos a importância do Pastoril profano para as danças dramáticas brasileiras, uma vez que este ganhou visibilidade a partir da presença de novos personagens que compõem o auto. Neste pastoril de “mulheres libidinosas”, “mulheres feitas”, “mulheres de reputação duvidosa”, “pastoril de jocosidades e obscenidades” figura a presença do Velho, personagem hilário e um dos condutores da “brincadeira”.
Saem às pastorinhas angelicais, entram as “endiabradas”. Saem às ladainhas religiosas, chegam às sátiras sociais. É assim que a estrutura do pastoril se transforma numa encenação picante que seria capaz de fazer gelar padres e freiras se fosse apresentado nas calçadas das igrejas, palco da versão religiosa do folguedo (VALENTE, 1995).
Característicos da região nordestina e em algumas partes da região norte do país, o Pastoril ganhou solo fértil em terras potiguares. Em alguns municípios norteriograndense os Pastoris estão ativos sejam em suas representações de cunho religioso ou profano.
Podemos encontrar essa dança da cultura popular nos municípios de Natal (Praia de Ponta Negra e Bairro do Bom Pastor), São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Pedro Velho, Nísia Floresta, Tibau do Sul, São Paulo do Potengi e em Parnamirim (Praia de Pirangi), alternando-se em fases de apogeu e de declínio.
Nos municípios pesquisados figuram nessa “brincadeira” os Pastoris religioso e profano. Em sua versão religioso-profano, este pastoril no RN surgiu no início do século XX, vindo da vertente do pastoril religioso galego-português que se ressignifica nesses municípios a cada representação.
Em São Gonçalo do Amarante, por exemplo, além do Pastoril Dona Joaquina, há os pastoris Estrela de Belém, Estrela Guia e Estrela do Norte em sua vertente religiosa. Esses pastoris exibem-se em apresentações culturais nos distritos rurais e sede da cidade em eventos de cunho religioso ou em períodos festivos da cidade.
Em Ceará-Mirim quem comandou os pastoris nos tempos áureos foi a família Américo. Este pastoril de caráter profano-religioso é lembrado por uma das pastoras como um “pastoril de entontar”. O mesmo já perdura a mais de seis décadas sendo que o mesmo teve suas fases de declínio e de apogeu.
Apresenta uma característica peculiar em sua formação de pastoras sendo doze para cada cordão acompanhadas da Mestra, Contra-mestra, Diana, Estrela, Florista, Anjo, Velho e um conjunto de sanfoneiros que acompanham as cançonetas interpretadas pelas pastoras.
Em Nísia Floresta o pastoril apresenta duas composições: uma formada apenas por adolescentes e outra por velhos ligados ao grupo de idosos da referida cidade. O grupo formado por adolescentes é da comunidade de Campo de Santana, distrito rural de Nísia Floresta; já o Pastoril dos Idosos concentra suas atividades na sede do município.
Na Praia de Pirangi, distrito de Parnamirim o pastoril recebe o nome de Flor do Lírio e é dançado por crianças. Segundo uma de nossas entrevistadas a dança do Pastoril está presente na referida praia a pelo menos sessenta anos. Em tempos idos era dançado por filhas de pescadores que passaram seus conhecimentos da dança para suas filhas e netas.
O Pastoril Flor de Lírio é formado, geralmente, por sete pastoras em cada cordão, mais a Diana e o palhaço. Uma das funções dessa formação de pastoras é resgatar as canções para que as mesmas não caiam no esquecimento.
No Bairro de Ponta Negra, na vila dos pescadores, registramos o Pastoril profano da Saudade ou da Melhor Idade que tem apoio do projeto de extensão Encantos da Vila da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
O pastoril nessa região data das duas últimas décadas da primeira metade do século passado quando a vila era habitada por pescadores que viviam da pesca e de suas senhoras que trabalhavam na confecção de renda para complementar a renda pecuniária da família. O Pastoril da Saudade ou da Melhor Idade é composto por dezesseis integrantes sendo quinze mulheres e um homem, além do acompanhamento da orquestra. Assim como outros pastoris do Rio Grande do Norte, este é composto pela Mestra, Contra-Mestra, Diana e as demais participantes recebem nomes de acordo com sua posição no cordão.
Em São Paulo do Potengi, na cidade de Pedro Velho e em Tibau do Sul, o pastoril apresenta-se em sua versão profana, aparece, desaparece e reaparece alternando-se em fases de declínio e apogeu.
Em colóquio com alguns dos participantes dos pastoris citados observamos que a aprendizagem se dá observando os movimentos da dança e ouvindo as canções cantadas pelos brincantes.
Merleau-Ponty (2004), afirma que não há visão sem pensamento. Sustenta que não basta pensar para ver, que a visão é um pensamento condicionado que nasce a partir da experiência do corpo, como se fosse impelida a pensar por ele. Daí podermos ter a compreensão de que existe uma escolha pessoal na visão de quem enquadra e captura cada cena. A visão tem função perceptiva e cognitiva, pois possibilita saber das coisas no espaço, e até tomar ciência do próprio corpo, tendo como escopo o visível.
É através do olhar que primeiro interrogamos as coisas, e devemos compreender o corpo, de forma geral, como um sistema voltado para a inspeção do mundo (MERLEAU-PONTY, 2004).
O ato de ver é para Merleau-Ponty (2004), o meio de ausentar-se de si mesmo para de dentro assistir à “fissão do Ser”. Há nesse olhar, portanto, uma fenda que se abre no ser pelo ato de ver, ato este que “nos remete, nos abre a um vazio que nos olha, nos concerne e, em certo sentido, nos constitui” (DIDI-HUBERMAN, 1998, 31). Algo no que vemos nos olha, e nos olha a partir desse vazio, constitui mesmo esse vazio aberto no ato de ver. O vidente, então, pensa preenchê-lo, o vazio, com o que vê, mas isso não se dá. “Imerso no visível por seu corpo, embora ele próprio visível, o vidente não se apropria daquilo que vê: só se aproxima dele pelo olhar, abre-se para o mundo” (MERLEAU-PONTY, 2004, 16).
Merleau-Ponty (2004), diz ser a visão um pensamento condicionado pelo corpo, pelos “acontecimentos do corpo”, que nos fazem ver uma coisa ou outra. Esse pensamento se dá num “mistério de passividade”, sem seu próprio arbítrio sobre as leis que o regem. Continua argumentando que quando, por exemplo, se quer compreender como a situação dos objetos é vista, não há outro recurso senão supor a alma, que sabe onde estão as partes do seu corpo, e que é capaz de, a partir daí, dirigir sua atenção ao espaço que está no prolongamento dessas partes.
No pastoril, ver é importante, pois não existe escola de formação para essa aprendizagem da cultura. É através da visão que os brincantes aprendem os movimentos da dança do pastoril celebrada no corpo que se expressa através da dança. Podemos pensar que o corpo do brincante de pastoril é um corpo trans-substanciado, e é nessa transubstanciação que este corpo cria e se expressa.
Não há uma racionalidade técnica ou uma padronização do corpo e do gesto, no entanto, podemos observar que o aspecto lúdico, trágico, cômico e estético é evidenciado na dança. Essa dança como saber da tradição está como afirmam Nóbrega e Viana (2005, p. 19), inscrita nos corpos, “[...] saberes constantemente renovados, pois o corpo que dança está sempre criando novos hábitos, novas significações”.
Pesquisar o universo da cartografia do Pastoril no RN, significa entrar em contato com as diferentes terminologias, a dicotomia entre arte e arte popular, a industrialização e o processo de mercadorização das danças populares e a falta de políticas culturais abrangentes para envolver as manifestações da tradição, bem como pensar as possibilidades pedagógicas que esta dança apresenta, seja como uma aprendizagem informal nos terreiros onde se dança o Pastoril, seja nos espaços escolares quando se resignifica esta dança nos grupos parafolclóricos das instituições de ensino ou ainda em espetáculos com caráter mercadológico.
Enfim, no Pastoril assim como as outras danças folclóricas brasileiras, seus brincantes “[...] dançam para não esquecer quem são, dançam em busca da beleza, dançam para embelezar, criam cultura e assim atribuem sentidos à vida” (NÓBREGA, 2000, p. 58).
Referência:
ANDRADE, Mário de. Danças dramáticas do Brasil. 2 ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
DIDI-HUBERMAN, G. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Ed.34, 1998.
ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano: a essência das religiões. Tradução de Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
GASSNER, John. Mestre do teatro I. Tradução de Alberto Guzik e J. Guinsburg. 3 ed. São Paulo: Perspectiva, 1997.
MELLO, Luiz Gonzaga de; PEREIRA, Alba Regina Mendonça. O pastoril profano de Pernambuco. Recife: FUNDAJ/ Editora Massangana, 1990.
MERLEAU-PONTY, Maurice. O olho e o espírito. Tradução de Paulo Neves e Maria Ermantina Galvão Gomes Pereira. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.
NÓBREGA, Terezinha Petrucia da. Educação motora e dança: rua, palco, escola... uma coreografia desejável. In: Educação Motora. III Congresso Latino Americano de Educação Motora e II Congresso Brasileiro de Educação Motora, Natal, p. 54-59, set.-out. 2000.
NÓBREGA, Terezinha Petrucia da; VIANA, Raimundo Nonato Assunção. Espaço e tempo das danças populares: uma abordagem coreológica. In: Revista Paidéia: Revista Brasileira de ensino de arte e educação física. v. 1, n. 1, dez. 2005. Natal: UFRN/ PAIDEIA/ MEC, 2005.
VALENTE, Waldemar. Pastoris do Recife antigo e outros ensaios. Recife: 20-20 Comunicação e Editora, 1995.
TEREZINHA PETRUCIA DA NÓBREGA
GRUPO DE ESTUDOS CORPO E CULTURA DE MOVIMENTO (GEPEC)
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (UFRN)
GT 30
Resumo
Trata-se de um recorte da tese de doutorado em Educação. Tematiza o Pastoril bailado que integra o ciclo das festas natalinas do Nordeste, dança de representação dramática, transformada em sincretismo profano-religioso e encontra boa receptividade principalmente na região nordeste do país criando raízes em novas re-elaborações dos personagens como o velho, as mestras e contramestras do bailado. O trabalho tem como objetivo mapear os pastoris no Rio Grande do Norte, apontando a relevância dessa dança dramática para as práticas espetaculares do RN e tem aporte metodológico na Fenomenologia elucidando os elementos citados como cenário do vivido e do sensível.
Unitermos: Pastoril. Cartografia. Bailado religioso e profano.
Pastorais, Bailes Pastoris, Festa da Lapinha, Terno de Reis, Pastor, Pastoril Religioso ou Profano... Pastoris do Norte e Nordeste brasileiro. Mário de Andrade designou-o de Pastoril, dança de origem ibérica tendo sua raiz primeira nos villancicos. Folguedo nitidamente popular, justificado pela presença dos presépios no Pastoril religioso e do Velho, personagem audaz, no Pastoril profano.
O Pastoril, bailado que integra o ciclo das festas natalinas do Nordeste, teve início na Idade Média e era clássico em Portugal onde recebia a denominação de Auto do Presépio. Tinha, contudo, um sentido apologético, de ensino e defesa da verdade religiosa e da encarnação da divindade.
Dança de representação dramática, transforma-se em sincretismo profano-religioso e encontra boa receptividade principalmente na região nordeste do país criando raízes em novas reelaborações dos personagens como o velho, as mestras e contramestras do bailado.
Este trabalho tem como objetivo mapear os pastoris no Rio Grande do Norte, apontando a relevância dessa dança dramática para as práticas espetaculares do RN e tem aporte metodológico na Fenomenologia elucidando os elementos citados como cenário do vivido e do sensível.
O Pastoril persiste ao tempo e a tradicionalidade como uma aprendizagem a partir dos processos da cultura, tem sua origem vinculada ao teatro religioso semi-popular ibérico, pois na Espanha e Portugal, as datas católicas se transformaram em festas eclesiásticas e ao mesmo tempo em festa popular. Segundo autores como Andrade (2002) e Mello e Pereira (1990), desde tempos muito antigos até o final do século XVI, são representadas peças de um ato relativas ao Natal, Reis, Páscoa, numa mistura de elementos pastorais e alegóricos, de bailados, textos e canções. Esse teatro popular se afirmou em Portugal com os villancicos galego-portugueses, fonte primeira dos nossos pastoris.
O caráter religioso desse auto está cheio de teatralidade, porém são os elementos sociais profanos que vão pouco a pouco tomando importância desmesurada, que destrói a finalidade religiosa primitiva do teatro e que nos faz rir.
Podemos dizer que o pastoril traz consigo uma moral cristã percebida principalmente no Pastoril religioso e uma moral sexual arraigada no Pastoril profano. Exaltam seus personagens, saúdam os espectadores, Louva o Messias (Pastoril religioso) e parodia com o público (Pastoril profano).
O bailado em sua forma religiosa ou profana apresenta dois cordões de pastoras que se vestem de azul e vermelho e entre os dois cordões está a Diana que é a mediadora das rivalidades existentes nos cordões de pastoras. As cores, segundo Andrade (2002), representam a luta entre cristãos e mouros, e ainda, a Virgem Maria e Nosso Senhor.
Estudiosos do pastoril apontam o final do século XIX como à passagem do Pastoril religioso para o Pastoril profano. Dessa forma, antigos presépios, lapinhas e pastoris sagrados tiveram que conviver com esse bailado profano. O seu surgimento não implicou a eliminação dos autos natalinos citados, sendo estes encontrados ainda em sua forma sagrada em alguns estados brasileiros da região nordeste.
Parafraseando Eliade (1992), há uma passagem do tempo sagrado para o tempo profano no Pastoril. Este autor diz que o homem toma conhecimento do sagrado porque este se manifesta como algo diferente do profano. Este humano manifesta o sagrado em um objeto que continua a ser ele mesmo.
O Pastoril religioso ao representar o nascimento da natividade, de certa forma, manifesta o sagrado em sua totalidade; já o Pastoril profano dessacraliza essa religiosidade.
Ao enveredar por esses caminhos, o Auto Pastoril transforma-se em sincretismo profano-religioso, tornando-se, muitas vezes, em profano, com suas características que ressaltam a licenciosidade do Velho do Pastoril e a sensualidade das pastoras.
No Pastoril profano esse comportamento pode ser observado em algumas canções que não trazem características libidinosas. Geralmente essas canções iniciavam/iniciam as jornadas para que estas ficassem/fiquem depois mais picantes com a presença do Velho.
Ratificamos a importância do Pastoril profano para as danças dramáticas brasileiras, uma vez que este ganhou visibilidade a partir da presença de novos personagens que compõem o auto. Neste pastoril de “mulheres libidinosas”, “mulheres feitas”, “mulheres de reputação duvidosa”, “pastoril de jocosidades e obscenidades” figura a presença do Velho, personagem hilário e um dos condutores da “brincadeira”.
Saem às pastorinhas angelicais, entram as “endiabradas”. Saem às ladainhas religiosas, chegam às sátiras sociais. É assim que a estrutura do pastoril se transforma numa encenação picante que seria capaz de fazer gelar padres e freiras se fosse apresentado nas calçadas das igrejas, palco da versão religiosa do folguedo (VALENTE, 1995).
Característicos da região nordestina e em algumas partes da região norte do país, o Pastoril ganhou solo fértil em terras potiguares. Em alguns municípios norteriograndense os Pastoris estão ativos sejam em suas representações de cunho religioso ou profano.
Podemos encontrar essa dança da cultura popular nos municípios de Natal (Praia de Ponta Negra e Bairro do Bom Pastor), São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Pedro Velho, Nísia Floresta, Tibau do Sul, São Paulo do Potengi e em Parnamirim (Praia de Pirangi), alternando-se em fases de apogeu e de declínio.
Nos municípios pesquisados figuram nessa “brincadeira” os Pastoris religioso e profano. Em sua versão religioso-profano, este pastoril no RN surgiu no início do século XX, vindo da vertente do pastoril religioso galego-português que se ressignifica nesses municípios a cada representação.
Em São Gonçalo do Amarante, por exemplo, além do Pastoril Dona Joaquina, há os pastoris Estrela de Belém, Estrela Guia e Estrela do Norte em sua vertente religiosa. Esses pastoris exibem-se em apresentações culturais nos distritos rurais e sede da cidade em eventos de cunho religioso ou em períodos festivos da cidade.
Em Ceará-Mirim quem comandou os pastoris nos tempos áureos foi a família Américo. Este pastoril de caráter profano-religioso é lembrado por uma das pastoras como um “pastoril de entontar”. O mesmo já perdura a mais de seis décadas sendo que o mesmo teve suas fases de declínio e de apogeu.
Apresenta uma característica peculiar em sua formação de pastoras sendo doze para cada cordão acompanhadas da Mestra, Contra-mestra, Diana, Estrela, Florista, Anjo, Velho e um conjunto de sanfoneiros que acompanham as cançonetas interpretadas pelas pastoras.
Em Nísia Floresta o pastoril apresenta duas composições: uma formada apenas por adolescentes e outra por velhos ligados ao grupo de idosos da referida cidade. O grupo formado por adolescentes é da comunidade de Campo de Santana, distrito rural de Nísia Floresta; já o Pastoril dos Idosos concentra suas atividades na sede do município.
Na Praia de Pirangi, distrito de Parnamirim o pastoril recebe o nome de Flor do Lírio e é dançado por crianças. Segundo uma de nossas entrevistadas a dança do Pastoril está presente na referida praia a pelo menos sessenta anos. Em tempos idos era dançado por filhas de pescadores que passaram seus conhecimentos da dança para suas filhas e netas.
O Pastoril Flor de Lírio é formado, geralmente, por sete pastoras em cada cordão, mais a Diana e o palhaço. Uma das funções dessa formação de pastoras é resgatar as canções para que as mesmas não caiam no esquecimento.
No Bairro de Ponta Negra, na vila dos pescadores, registramos o Pastoril profano da Saudade ou da Melhor Idade que tem apoio do projeto de extensão Encantos da Vila da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
O pastoril nessa região data das duas últimas décadas da primeira metade do século passado quando a vila era habitada por pescadores que viviam da pesca e de suas senhoras que trabalhavam na confecção de renda para complementar a renda pecuniária da família. O Pastoril da Saudade ou da Melhor Idade é composto por dezesseis integrantes sendo quinze mulheres e um homem, além do acompanhamento da orquestra. Assim como outros pastoris do Rio Grande do Norte, este é composto pela Mestra, Contra-Mestra, Diana e as demais participantes recebem nomes de acordo com sua posição no cordão.
Em São Paulo do Potengi, na cidade de Pedro Velho e em Tibau do Sul, o pastoril apresenta-se em sua versão profana, aparece, desaparece e reaparece alternando-se em fases de declínio e apogeu.
Em colóquio com alguns dos participantes dos pastoris citados observamos que a aprendizagem se dá observando os movimentos da dança e ouvindo as canções cantadas pelos brincantes.
Merleau-Ponty (2004), afirma que não há visão sem pensamento. Sustenta que não basta pensar para ver, que a visão é um pensamento condicionado que nasce a partir da experiência do corpo, como se fosse impelida a pensar por ele. Daí podermos ter a compreensão de que existe uma escolha pessoal na visão de quem enquadra e captura cada cena. A visão tem função perceptiva e cognitiva, pois possibilita saber das coisas no espaço, e até tomar ciência do próprio corpo, tendo como escopo o visível.
É através do olhar que primeiro interrogamos as coisas, e devemos compreender o corpo, de forma geral, como um sistema voltado para a inspeção do mundo (MERLEAU-PONTY, 2004).
O ato de ver é para Merleau-Ponty (2004), o meio de ausentar-se de si mesmo para de dentro assistir à “fissão do Ser”. Há nesse olhar, portanto, uma fenda que se abre no ser pelo ato de ver, ato este que “nos remete, nos abre a um vazio que nos olha, nos concerne e, em certo sentido, nos constitui” (DIDI-HUBERMAN, 1998, 31). Algo no que vemos nos olha, e nos olha a partir desse vazio, constitui mesmo esse vazio aberto no ato de ver. O vidente, então, pensa preenchê-lo, o vazio, com o que vê, mas isso não se dá. “Imerso no visível por seu corpo, embora ele próprio visível, o vidente não se apropria daquilo que vê: só se aproxima dele pelo olhar, abre-se para o mundo” (MERLEAU-PONTY, 2004, 16).
Merleau-Ponty (2004), diz ser a visão um pensamento condicionado pelo corpo, pelos “acontecimentos do corpo”, que nos fazem ver uma coisa ou outra. Esse pensamento se dá num “mistério de passividade”, sem seu próprio arbítrio sobre as leis que o regem. Continua argumentando que quando, por exemplo, se quer compreender como a situação dos objetos é vista, não há outro recurso senão supor a alma, que sabe onde estão as partes do seu corpo, e que é capaz de, a partir daí, dirigir sua atenção ao espaço que está no prolongamento dessas partes.
No pastoril, ver é importante, pois não existe escola de formação para essa aprendizagem da cultura. É através da visão que os brincantes aprendem os movimentos da dança do pastoril celebrada no corpo que se expressa através da dança. Podemos pensar que o corpo do brincante de pastoril é um corpo trans-substanciado, e é nessa transubstanciação que este corpo cria e se expressa.
Não há uma racionalidade técnica ou uma padronização do corpo e do gesto, no entanto, podemos observar que o aspecto lúdico, trágico, cômico e estético é evidenciado na dança. Essa dança como saber da tradição está como afirmam Nóbrega e Viana (2005, p. 19), inscrita nos corpos, “[...] saberes constantemente renovados, pois o corpo que dança está sempre criando novos hábitos, novas significações”.
Pesquisar o universo da cartografia do Pastoril no RN, significa entrar em contato com as diferentes terminologias, a dicotomia entre arte e arte popular, a industrialização e o processo de mercadorização das danças populares e a falta de políticas culturais abrangentes para envolver as manifestações da tradição, bem como pensar as possibilidades pedagógicas que esta dança apresenta, seja como uma aprendizagem informal nos terreiros onde se dança o Pastoril, seja nos espaços escolares quando se resignifica esta dança nos grupos parafolclóricos das instituições de ensino ou ainda em espetáculos com caráter mercadológico.
Enfim, no Pastoril assim como as outras danças folclóricas brasileiras, seus brincantes “[...] dançam para não esquecer quem são, dançam em busca da beleza, dançam para embelezar, criam cultura e assim atribuem sentidos à vida” (NÓBREGA, 2000, p. 58).
Referência:
ANDRADE, Mário de. Danças dramáticas do Brasil. 2 ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
DIDI-HUBERMAN, G. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Ed.34, 1998.
ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano: a essência das religiões. Tradução de Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
GASSNER, John. Mestre do teatro I. Tradução de Alberto Guzik e J. Guinsburg. 3 ed. São Paulo: Perspectiva, 1997.
MELLO, Luiz Gonzaga de; PEREIRA, Alba Regina Mendonça. O pastoril profano de Pernambuco. Recife: FUNDAJ/ Editora Massangana, 1990.
MERLEAU-PONTY, Maurice. O olho e o espírito. Tradução de Paulo Neves e Maria Ermantina Galvão Gomes Pereira. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.
NÓBREGA, Terezinha Petrucia da. Educação motora e dança: rua, palco, escola... uma coreografia desejável. In: Educação Motora. III Congresso Latino Americano de Educação Motora e II Congresso Brasileiro de Educação Motora, Natal, p. 54-59, set.-out. 2000.
NÓBREGA, Terezinha Petrucia da; VIANA, Raimundo Nonato Assunção. Espaço e tempo das danças populares: uma abordagem coreológica. In: Revista Paidéia: Revista Brasileira de ensino de arte e educação física. v. 1, n. 1, dez. 2005. Natal: UFRN/ PAIDEIA/ MEC, 2005.
VALENTE, Waldemar. Pastoris do Recife antigo e outros ensaios. Recife: 20-20 Comunicação e Editora, 1995.
PREMIO CORNÉLIO CAMPINA
PRÊMIO CORNELIO CAMPINA
Este concurso teve como objeto a seleção e a premiação de projetos de grupos tradicionais da cultura popular do Rio Grande do Norte, em atividade há pelo menos cinco anos.
Por manifestações tradicionais compreendem-se celebrações, rituais, festas e práticas sociais reconhecidas pelas comunidades como parte de seu patrimônio cultural.
O Prêmio homenageia o ex-mestre do Grupo Araruna, Cornélio Campina, criador da Araruna Sociedade de Danças Antigas e Semi-Desaparecidas, que é atualmente a mais tradicional agremiação folclórica de Natal. O Mestre Cornélio faleceu em agosto do ano passado.
Confira a relação dos selecionados abaixo:
1. Araruna Associação Dança Antigas e Semi-Desaparecidas – Rocas – Natal
2. Bambelô da alegria – Sérvolo Teixeira de Moura – São Gonçalo do Amarante
3. Boi Calemba de Mestre Elpídio – Elpídio Alexandre da Silva – Parnamirim
4. Boi Calemba Pintadinho - José Veríssimo Pereira– São Gonçalo do Amarante
5. Boi de Reis de Baile: Os Reis do Oriente – José Clemilson dos Santos – Santa Cruz
6. Boi de Reis de Cuité – José Cândido da Silva - Pedro velho
7. Boi de Reis de Dona Cecília – Cecília de Melo Gonçalves – Extremoz
8. Boi de Reis de Zé Barrá – Francisco Manoel Inácio – Murici – Extremoz
9. Boi de Reis Estrela do Oriente – Francisco Pereira da Silva - Felipe Camarão – Nata
10. Boi de reis Pintadinho – Pedro Carlos de Lima- Vila de Ponta Negra – Natal
11. Lampião de Arêz – Luiz Carlos Figueira Ferreira – Arêz
12. Coco de roda – Maria das Dores do Nascimento – Extremoz
13. Congos de Calçola – Pedro Correia – Vila de Ponta Negra – Natal
14. Rabequeiro – Damião Cosme de Oliveira – Laranjeira do Abdias – São José do Mipibu
15. Dramas – Maria José dos Santos – Maxaranguape
16. Esculturas em Madeiras de Neném de Chicó – Francisco de Azevedo – Jardim do Seridó 17. Irmandade de São Sebastião – Negros do Rosário – Jardim do Seridó
18. Lapinha – Zeneide França – Vila de Ponta Negra – Natal
19. Lapinha de Maxaranguape - Maria conceição de França – Maxaranguape
20. Bambelô Maçariquinho da Praia – Sebastião Matias -Vila de Ponta Negra – Natal
21. Maneiro Pau de Dr. Severiano -
22. Pastoril Dona Joaquina – Maria Natividade de Lima Costa - São Gonçalo do Amarante
23. Congos de Calçolas – Lucas Teixeira de Moura - São Gonçalo do Amarante
24. Rei de Congo do Mestre Dedé – Francisco de Assis Silva – Major Sales
25. Rendeira da Vila – Maria de Lurdes de Lima – Vila de Ponta Negra – Natal
Este concurso teve como objeto a seleção e a premiação de projetos de grupos tradicionais da cultura popular do Rio Grande do Norte, em atividade há pelo menos cinco anos.
Por manifestações tradicionais compreendem-se celebrações, rituais, festas e práticas sociais reconhecidas pelas comunidades como parte de seu patrimônio cultural.
O Prêmio homenageia o ex-mestre do Grupo Araruna, Cornélio Campina, criador da Araruna Sociedade de Danças Antigas e Semi-Desaparecidas, que é atualmente a mais tradicional agremiação folclórica de Natal. O Mestre Cornélio faleceu em agosto do ano passado.
Confira a relação dos selecionados abaixo:
1. Araruna Associação Dança Antigas e Semi-Desaparecidas – Rocas – Natal
2. Bambelô da alegria – Sérvolo Teixeira de Moura – São Gonçalo do Amarante
3. Boi Calemba de Mestre Elpídio – Elpídio Alexandre da Silva – Parnamirim
4. Boi Calemba Pintadinho - José Veríssimo Pereira– São Gonçalo do Amarante
5. Boi de Reis de Baile: Os Reis do Oriente – José Clemilson dos Santos – Santa Cruz
6. Boi de Reis de Cuité – José Cândido da Silva - Pedro velho
7. Boi de Reis de Dona Cecília – Cecília de Melo Gonçalves – Extremoz
8. Boi de Reis de Zé Barrá – Francisco Manoel Inácio – Murici – Extremoz
9. Boi de Reis Estrela do Oriente – Francisco Pereira da Silva - Felipe Camarão – Nata
10. Boi de reis Pintadinho – Pedro Carlos de Lima- Vila de Ponta Negra – Natal
11. Lampião de Arêz – Luiz Carlos Figueira Ferreira – Arêz
12. Coco de roda – Maria das Dores do Nascimento – Extremoz
13. Congos de Calçola – Pedro Correia – Vila de Ponta Negra – Natal
14. Rabequeiro – Damião Cosme de Oliveira – Laranjeira do Abdias – São José do Mipibu
15. Dramas – Maria José dos Santos – Maxaranguape
16. Esculturas em Madeiras de Neném de Chicó – Francisco de Azevedo – Jardim do Seridó 17. Irmandade de São Sebastião – Negros do Rosário – Jardim do Seridó
18. Lapinha – Zeneide França – Vila de Ponta Negra – Natal
19. Lapinha de Maxaranguape - Maria conceição de França – Maxaranguape
20. Bambelô Maçariquinho da Praia – Sebastião Matias -Vila de Ponta Negra – Natal
21. Maneiro Pau de Dr. Severiano -
22. Pastoril Dona Joaquina – Maria Natividade de Lima Costa - São Gonçalo do Amarante
23. Congos de Calçolas – Lucas Teixeira de Moura - São Gonçalo do Amarante
24. Rei de Congo do Mestre Dedé – Francisco de Assis Silva – Major Sales
25. Rendeira da Vila – Maria de Lurdes de Lima – Vila de Ponta Negra – Natal
PERSONALIDADES
Zulmira Xavier da Silva
Em 1941 foi capacitada a professora da palavra de Deus pela Ação Católica Brasileira, projeto missionário da Igreja Católica que visava uma maior participação da comunidade junto a igreja.
Em 1941 foi capacitada a professora da palavra de Deus pela Ação Católica Brasileira, projeto missionário da Igreja Católica que visava uma maior participação da comunidade junto a igreja.
PERSONALIDADES
Silvio de Pontes Bezerra
Cartola de Futebol, Artesão, Ex-Vereador
Nasceu no dia 16 de agosto de 1917, RN.
Faleceu no dia 18 de janeiro de 2005, em Natal / RN.
O maior nome do esporte em São Gonçalo do Amarante, introduziu o futebol no município, criando clubes e revelando nomes para o cenário estadual. Tornou-se vereador ativo na política, fazendo parte de grandes movimentos que mudaram a história do Município. Artesão em couro, criou uma Oficina artesanal de bolas de futebol confeccionadas a mão. Sua boa qualidade foi comentada pela CBF no início dos anos 80, que adquiriu o produto para fins de insentivo a criação de oficinas artesanais em outros lugares do país.
Vítima de um acidente supreendente, alcançado por uma vaca que corria velozmente pela rua próxima a praça central da cidade de São Gonçalo do Amarante no dia 1º de janeiro de 2005, sendo levado ao hospital resistiu 18 dias, vindo a falecer. Nenhuma providência ainda foi tomada quanto ao responsável pelo animal.
Cartola de Futebol, Artesão, Ex-Vereador
Nasceu no dia 16 de agosto de 1917, RN.
Faleceu no dia 18 de janeiro de 2005, em Natal / RN.
O maior nome do esporte em São Gonçalo do Amarante, introduziu o futebol no município, criando clubes e revelando nomes para o cenário estadual. Tornou-se vereador ativo na política, fazendo parte de grandes movimentos que mudaram a história do Município. Artesão em couro, criou uma Oficina artesanal de bolas de futebol confeccionadas a mão. Sua boa qualidade foi comentada pela CBF no início dos anos 80, que adquiriu o produto para fins de insentivo a criação de oficinas artesanais em outros lugares do país.
Vítima de um acidente supreendente, alcançado por uma vaca que corria velozmente pela rua próxima a praça central da cidade de São Gonçalo do Amarante no dia 1º de janeiro de 2005, sendo levado ao hospital resistiu 18 dias, vindo a falecer. Nenhuma providência ainda foi tomada quanto ao responsável pelo animal.
PERSONALIDADES
Séphora Maria Alves Bezerra
Poeta, Atriz, Filósofa,
COORDENADORA DO PASTORIL DONA JOAQUINA
Poeta, Atriz, Filósofa,
COORDENADORA DO PASTORIL DONA JOAQUINA
PERSONALIDADES
Francisco Potiguar Cavalcanti Júnior
Político, Ex-prefeito e Cartola de Futebol
Nasceu em 17 de março, em São Gonçalo do Amarante / RN
Prefeito de São Gonçalo do Amarante por dois mandatos consecutivos (1997 a 2004), foi considerado o melhor prefeito do Brasil no seu primeiro mandato. Desenvolveu o futebol sãogonçalense através do "Touro" São Gonçalo F.C. colocando-o em competições nacionais.
Poti Junior
Político, Ex-prefeito e Cartola de Futebol
Nasceu em 17 de março, em São Gonçalo do Amarante / RN
Prefeito de São Gonçalo do Amarante por dois mandatos consecutivos (1997 a 2004), foi considerado o melhor prefeito do Brasil no seu primeiro mandato. Desenvolveu o futebol sãogonçalense através do "Touro" São Gonçalo F.C. colocando-o em competições nacionais.
Poti Junior
PERSONALIDADES
Mateus Moreira
Beato, Mártir
A descrição de sua morte é considerada o ponto mais expressivo da trágica Narrativa do martírio de Uruaçu. O belíssimo testemunho de fé na Eucaristia, confessada na hora da morte quando os algozes arrancaram-lhe o coração pelas costas, ele morreu exclamando: "Louvado seja o Santíssimo Sacramento" ; esse episódio foi lembrado pelo Papa João Paulo II no Congresso Eucarístico Nacional, em Natal, em 1991 ( Homilia de Encerramento do XII Congresso Eucarístico Nacional , Natal, RN, em 13 de outubro de 1991)
O processo de beatificação foi concedido pela Santa Sé no dia 16 de junho de 1989. Em 21 de dezembro de 1998 o papa João II assinou o decreto reconhecendo o martírio de 30 brasileiros, sendo dois sacerdotes e 28 leigos. A celebração de Beatificação aconteceu na Praça de São Pedro, no Vaticano, dia 5 de março de 2000, presidida pelo papa João Paulo II.
Beato, Mártir
A descrição de sua morte é considerada o ponto mais expressivo da trágica Narrativa do martírio de Uruaçu. O belíssimo testemunho de fé na Eucaristia, confessada na hora da morte quando os algozes arrancaram-lhe o coração pelas costas, ele morreu exclamando: "Louvado seja o Santíssimo Sacramento" ; esse episódio foi lembrado pelo Papa João Paulo II no Congresso Eucarístico Nacional, em Natal, em 1991 ( Homilia de Encerramento do XII Congresso Eucarístico Nacional , Natal, RN, em 13 de outubro de 1991)
O processo de beatificação foi concedido pela Santa Sé no dia 16 de junho de 1989. Em 21 de dezembro de 1998 o papa João II assinou o decreto reconhecendo o martírio de 30 brasileiros, sendo dois sacerdotes e 28 leigos. A celebração de Beatificação aconteceu na Praça de São Pedro, no Vaticano, dia 5 de março de 2000, presidida pelo papa João Paulo II.
PERSONLIDADES
Lourival Florêncio de Morais
Político, ex-Vereador
Nasceu no dia 8 de fevereiro de 1924 em Açu, RN.
Faleceu em...
Em 1948 foi para Natal servir a Marinha, onde passou oito anos;
Em 1949, mudou-se para Poço de Pedra em São Gonçalo do Amarante. Lá, em 1957 abriu uma farmácia.
Já em 1959 foi eleito Vereador pela UDN (União democrática Nacional), no então restaurado Município de São Gonçalo do Amarante. Foi o mais votado com 116 votos e atuou no período de 4 anos (1959 a 1963); como curiosidade, foi o primeiro na Câmara a receber o Diploma de Vereador.
Já morando na Sede municipal, trouxe a farmácia para o Centro da Cidade em 12 de outubro de 1983, onde deixou o legado com os filhos, que hoje expandiram em uma cadeia de farmácias espalhadas pelo Município.
Ainda em 1961 foi nomeado Tesoureiro da Prefeitura, permancendo até a sua aposentadoria em 1992, depois de 31 anos de serviços.
No ano de 1982, novamente foi eleito Vereador, desta vez pelo PMDB e para um mandato de 6 anos (1982 a 1986).
Ainda consta que foi um dos fundadores do Auto Esporte Futebol Clube de S.G.A., além de ter sido seu presidente por vários anos. Tornou-se Sócio Benemérito em 1990.
Em 1996 recebeu o título de Cidadão Sãogonçalense, outorgado pelo Vereador Edson Coelho da Silva.
PAI DE DOIS VEREADORES: JESSÉ E JAILSON
Político, ex-Vereador
Nasceu no dia 8 de fevereiro de 1924 em Açu, RN.
Faleceu em...
Em 1948 foi para Natal servir a Marinha, onde passou oito anos;
Em 1949, mudou-se para Poço de Pedra em São Gonçalo do Amarante. Lá, em 1957 abriu uma farmácia.
Já em 1959 foi eleito Vereador pela UDN (União democrática Nacional), no então restaurado Município de São Gonçalo do Amarante. Foi o mais votado com 116 votos e atuou no período de 4 anos (1959 a 1963); como curiosidade, foi o primeiro na Câmara a receber o Diploma de Vereador.
Já morando na Sede municipal, trouxe a farmácia para o Centro da Cidade em 12 de outubro de 1983, onde deixou o legado com os filhos, que hoje expandiram em uma cadeia de farmácias espalhadas pelo Município.
Ainda em 1961 foi nomeado Tesoureiro da Prefeitura, permancendo até a sua aposentadoria em 1992, depois de 31 anos de serviços.
No ano de 1982, novamente foi eleito Vereador, desta vez pelo PMDB e para um mandato de 6 anos (1982 a 1986).
Ainda consta que foi um dos fundadores do Auto Esporte Futebol Clube de S.G.A., além de ter sido seu presidente por vários anos. Tornou-se Sócio Benemérito em 1990.
Em 1996 recebeu o título de Cidadão Sãogonçalense, outorgado pelo Vereador Edson Coelho da Silva.
PAI DE DOIS VEREADORES: JESSÉ E JAILSON
PERSONALIDADES
Karina Mendes
Nasceu em 10 de junho.
Miss São Gonçalo do Amarante 1993, Ex-vereadora
Karina Mendes
Nasceu em 10 de junho.
Miss São Gonçalo do Amarante 1993, Ex-vereadora
Karina Mendes
PERSONALIDADES
José de Calazans Pinheiro
Monsenhor
Nasceu em 27 de agosto de 1866, em São Gonçalo do Amarante / RN.
Faleceu em 3 de abril de 1946, em Natal / RN.
Filho do Capitão Manuel Joaquim da Costa Pinheiro e de Gertrudes Cassimiro Pinheiro, ordenou-se Sacerdote a 20 de dezembro de 1891. Tornou-se Cônego, Monsenhor; foi lente catedrática das cadeiras de Latim e Grego do Atheneu Norte-riograndense e, ainda, professor do Seminário de S. Pedro, da Escola Normal de Natal e de outros estabelecimentos de ensino da Capital potiguar. Também membro do Conselho Administrativo do Estado, Capelão da Igreja de N. S. do Rosário; além de orador sacro renomado.
Monsenhor
Nasceu em 27 de agosto de 1866, em São Gonçalo do Amarante / RN.
Faleceu em 3 de abril de 1946, em Natal / RN.
Filho do Capitão Manuel Joaquim da Costa Pinheiro e de Gertrudes Cassimiro Pinheiro, ordenou-se Sacerdote a 20 de dezembro de 1891. Tornou-se Cônego, Monsenhor; foi lente catedrática das cadeiras de Latim e Grego do Atheneu Norte-riograndense e, ainda, professor do Seminário de S. Pedro, da Escola Normal de Natal e de outros estabelecimentos de ensino da Capital potiguar. Também membro do Conselho Administrativo do Estado, Capelão da Igreja de N. S. do Rosário; além de orador sacro renomado.
PERSONALIDADES
Jonas Magno Pinto
Religioso, Pároco de São Gonçalo do Amarante (RN) – 1979 a 1981
Nasceu no dia 29 de agosto de 1918, em Apodi, RN
Faleceu no dia 8 de abril de 1984, em Recife, Pernambuco
Ele foi o 12º dos dezesseis filhos do casal Miguel Ferreira Pinto e Joana Magno Pinto. Foi batizado na Matriz no dia 16 de setembro do mesmo ano.
E, na mesma matriz, aos 12 de agosto de 1920, com quase dois anos, apresentou-se para a Santa Crisma diante de Dom Antônio dos Santos Cabral.
Desde pequeno demonstrou tendência para o sacerdócio através da piedade simples e humilde. Com 21 anos, entrou no Aspirantado Salesiano de Jaboatão em 1939 e em 1942 fez o noviciado, professando na Congregação Salesiana aos 31 de janeiro de 1943.
Cursou a Filosofia no Instituto Filosófico Salesiano São João Bosco de Natal, RN, nos anos de 1943 a 1945.
O tirocínio prático o levou a conhecer a Amazônia e trabalhar durante os anos de 1946 a 1948 nos seminários diocesanos de Manaus e Belém.
Segue depois para Jaboatão onde fez a profissão perpétua em 31 de janeiro de 1949. Daí vai para São Paulo, Instituto Teológico Pio XI – onde concluirá os estudos seminarísticos com o curso teológico. Ao chegar ao Instituto Pio XI houve até um fato pitoresco. Naquele ano, era esperado na Casa um novo catequista. Jonas era gordo e de certa idade. E, com sua imponência, se sobressaía entre os jovens clérigos. E foi apresentado a todos como o novo Pe. Catequista e assim fora cumprimentado por muitos clérigos que o saudavam beijando-lhe as mãos como acontecia naqueles tempos, e ele seriamente os aceitava.
Recebeu a ordenação Sacerdotal no dia 08 de dezembro de 1952, das mãos do bispo Dom Paulo Rolim Laureiro.
Depois de Padre, exerceu o Ministério Sacerdotal em várias comunidades:
Foi Coordenador Pastoral (Catequista) de 1953 a 1959 em Baturité (CE).
Desenvolveu com amor o paroquiato em várias paróquias – 1960 – 1964 na Paróquia de Nazaré – Salvador (BA).
Ficando na Paróquia de N. S. Auxiliadora em Aracaju (SE) – 1969.
Paróquia São João Bosco do Bongi em 1971 a 1976.
Paróquia de SÃO GONÇALO DO AMARANTE (RN) – 1979 a 1981.
Exerceu o ministério de Diretor por duas vezes: em 1965-1967 no Liceu Salesiano de Salvador (BA) e em Fortaleza (CE) 1970.
Em 1982 foi para a Casa do Recife, onde exerceu a função de confessor e capelão do Colégio N. S. do Carmo das Irmãs Beneditinas.
Pe. Jonas era portador de registro do MEC, como professor de História e Geografia, matérias que ele dominava, não só pelos conhecimentos teóricos, mas possuidor de uma memória espetacular, guardava das pessoas e fatos até pormenores.
Pesquisador da História da Igreja e do Episcopado conhecia a história de cada um dos bispos, muitas vezes com detalhes.
Deixou em sua agenda particular, escrita de seu próprio punho, este pensamento: ”A felicidade está sempre onde nós a pomos e nunca a pomos onde nós estamos”.
Diabético, os últimos anos de sua vida foram difíceis. No dia 14 de julho de 1983, com dificuldade, participou da concelebração com o Reitor Mor por ocasião do Centenário da presença dos Salesianos no Brasil, no nosso Santuário do Sagrado Coração de Jesus. No dia seguinte, baixou ao Hospital Tri-Centenário de Olinda, dos Franciscanos, e, assistido pelas irmãs hospitaleiras, ficando hospitalizado por mais de um mês. Quando se submeteu a uma cirurgia no pé direito que, apesar de toda dedicação do Dr. Luciano, jamais cicatrizou. Voltando para casa, não mais assumiu compromissos apostólicos.
Depois de voltar ao hospital, permanecendo por mais um mês, sentindo-se isolado voltou para a enfermaria do Colégio Salesiano do Recife, onde permaneceu até os últimos momentos.
Durante toda a enfermidade, recebeu sempre visitas de familiares. Sua irmã, Filha de Maria Auxiliadora, Irmã Consuelo, desde dezembro de 1983 esteve assiduamente junto ao seu leito.
Aceitou a morte desde o primeiro momento da doença e repetia sempre que estava disposto a fazer a vontade de Deus, embora amasse a vida. Repetia todas as noites: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”. No dia 08 de abril, domingo pela manhã, recebeu das mãos de sua irmã, Irmã Consuelo (Filha de Maria Auxiliadora) a santa comunhão; previu sua morte naquele dia, e pediu às funcionárias que avissassem aos salesianos que seu estado era grave, mas estas, não comunicaram aos superiores, pensando que se tratasse de uma preocupação rotineira.
Às 22h30m chama pelo Diretor, antes que chegasse, nas mãos das funcionárias, Faleceu.
Padre Jonas
Religioso, Pároco de São Gonçalo do Amarante (RN) – 1979 a 1981
Nasceu no dia 29 de agosto de 1918, em Apodi, RN
Faleceu no dia 8 de abril de 1984, em Recife, Pernambuco
Ele foi o 12º dos dezesseis filhos do casal Miguel Ferreira Pinto e Joana Magno Pinto. Foi batizado na Matriz no dia 16 de setembro do mesmo ano.
E, na mesma matriz, aos 12 de agosto de 1920, com quase dois anos, apresentou-se para a Santa Crisma diante de Dom Antônio dos Santos Cabral.
Desde pequeno demonstrou tendência para o sacerdócio através da piedade simples e humilde. Com 21 anos, entrou no Aspirantado Salesiano de Jaboatão em 1939 e em 1942 fez o noviciado, professando na Congregação Salesiana aos 31 de janeiro de 1943.
Cursou a Filosofia no Instituto Filosófico Salesiano São João Bosco de Natal, RN, nos anos de 1943 a 1945.
O tirocínio prático o levou a conhecer a Amazônia e trabalhar durante os anos de 1946 a 1948 nos seminários diocesanos de Manaus e Belém.
Segue depois para Jaboatão onde fez a profissão perpétua em 31 de janeiro de 1949. Daí vai para São Paulo, Instituto Teológico Pio XI – onde concluirá os estudos seminarísticos com o curso teológico. Ao chegar ao Instituto Pio XI houve até um fato pitoresco. Naquele ano, era esperado na Casa um novo catequista. Jonas era gordo e de certa idade. E, com sua imponência, se sobressaía entre os jovens clérigos. E foi apresentado a todos como o novo Pe. Catequista e assim fora cumprimentado por muitos clérigos que o saudavam beijando-lhe as mãos como acontecia naqueles tempos, e ele seriamente os aceitava.
Recebeu a ordenação Sacerdotal no dia 08 de dezembro de 1952, das mãos do bispo Dom Paulo Rolim Laureiro.
Depois de Padre, exerceu o Ministério Sacerdotal em várias comunidades:
Foi Coordenador Pastoral (Catequista) de 1953 a 1959 em Baturité (CE).
Desenvolveu com amor o paroquiato em várias paróquias – 1960 – 1964 na Paróquia de Nazaré – Salvador (BA).
Ficando na Paróquia de N. S. Auxiliadora em Aracaju (SE) – 1969.
Paróquia São João Bosco do Bongi em 1971 a 1976.
Paróquia de SÃO GONÇALO DO AMARANTE (RN) – 1979 a 1981.
Exerceu o ministério de Diretor por duas vezes: em 1965-1967 no Liceu Salesiano de Salvador (BA) e em Fortaleza (CE) 1970.
Em 1982 foi para a Casa do Recife, onde exerceu a função de confessor e capelão do Colégio N. S. do Carmo das Irmãs Beneditinas.
Pe. Jonas era portador de registro do MEC, como professor de História e Geografia, matérias que ele dominava, não só pelos conhecimentos teóricos, mas possuidor de uma memória espetacular, guardava das pessoas e fatos até pormenores.
Pesquisador da História da Igreja e do Episcopado conhecia a história de cada um dos bispos, muitas vezes com detalhes.
Deixou em sua agenda particular, escrita de seu próprio punho, este pensamento: ”A felicidade está sempre onde nós a pomos e nunca a pomos onde nós estamos”.
Diabético, os últimos anos de sua vida foram difíceis. No dia 14 de julho de 1983, com dificuldade, participou da concelebração com o Reitor Mor por ocasião do Centenário da presença dos Salesianos no Brasil, no nosso Santuário do Sagrado Coração de Jesus. No dia seguinte, baixou ao Hospital Tri-Centenário de Olinda, dos Franciscanos, e, assistido pelas irmãs hospitaleiras, ficando hospitalizado por mais de um mês. Quando se submeteu a uma cirurgia no pé direito que, apesar de toda dedicação do Dr. Luciano, jamais cicatrizou. Voltando para casa, não mais assumiu compromissos apostólicos.
Depois de voltar ao hospital, permanecendo por mais um mês, sentindo-se isolado voltou para a enfermaria do Colégio Salesiano do Recife, onde permaneceu até os últimos momentos.
Durante toda a enfermidade, recebeu sempre visitas de familiares. Sua irmã, Filha de Maria Auxiliadora, Irmã Consuelo, desde dezembro de 1983 esteve assiduamente junto ao seu leito.
Aceitou a morte desde o primeiro momento da doença e repetia sempre que estava disposto a fazer a vontade de Deus, embora amasse a vida. Repetia todas as noites: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”. No dia 08 de abril, domingo pela manhã, recebeu das mãos de sua irmã, Irmã Consuelo (Filha de Maria Auxiliadora) a santa comunhão; previu sua morte naquele dia, e pediu às funcionárias que avissassem aos salesianos que seu estado era grave, mas estas, não comunicaram aos superiores, pensando que se tratasse de uma preocupação rotineira.
Às 22h30m chama pelo Diretor, antes que chegasse, nas mãos das funcionárias, Faleceu.
Padre Jonas
PERSONALIDADES
Iracy Guedes Cavalcanti
Política, Tabeliã
Nascida Iracy Guedes Alcoforado.
Esposa de Poti Cavalcanti desde 16 de janeiro de 1960, teve um casamento concorrido na Igreja Santa Terezinha, em Natal. Mãe de dois filho: Poti júnior e Suely Cavalcanti, ficou mais conhecida pela sua classe e elegância. Foi a 1ª Dama do Município, também Vereadora e Tabeliã do 2º Cartório de São Gonçalo do Amarante, cargo assumido em dezembro de 1983. TAMBÉM É MÃE DE POTI JUNIOR, EX PREFEITO DE SONGA
Iracy Guedes
Política, Tabeliã
Nascida Iracy Guedes Alcoforado.
Esposa de Poti Cavalcanti desde 16 de janeiro de 1960, teve um casamento concorrido na Igreja Santa Terezinha, em Natal. Mãe de dois filho: Poti júnior e Suely Cavalcanti, ficou mais conhecida pela sua classe e elegância. Foi a 1ª Dama do Município, também Vereadora e Tabeliã do 2º Cartório de São Gonçalo do Amarante, cargo assumido em dezembro de 1983. TAMBÉM É MÃE DE POTI JUNIOR, EX PREFEITO DE SONGA
Iracy Guedes
PERSONALIDADES
Hamilton Rodrigues Santiago
Político, Ex- Prefeito
ADMINISTROU POR 10 ANOS O MUNICIPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANRE
Político, Ex- Prefeito
ADMINISTROU POR 10 ANOS O MUNICIPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANRE
PERSONALIDADES
Francisco Machado
Ator, Enfermeiro, Religioso
Nasceu no dia 22 de outubro de 1963 em São Gonçalo do Amarante.
Iniciou no teatro nos anos 70 no UDC de São Gonçalo do Amarante, foi um dos grandes talentos do TESGA no início dos anos 80.
Mudou-se para São Paulo, onde trabalha no Hospital das Clínicas, além de ser estudioso e exercer um grande trabalho com o Candomblé.
Ator, Enfermeiro, Religioso
Nasceu no dia 22 de outubro de 1963 em São Gonçalo do Amarante.
Iniciou no teatro nos anos 70 no UDC de São Gonçalo do Amarante, foi um dos grandes talentos do TESGA no início dos anos 80.
Mudou-se para São Paulo, onde trabalha no Hospital das Clínicas, além de ser estudioso e exercer um grande trabalho com o Candomblé.
PERSONALIDADES
Francisco Machado
Ator, Enfermeiro, Religioso
Nasceu no dia 22 de outubro de 1963 em São Gonçalo do Amarante.
Iniciou no teatro nos anos 70 no UDC de São Gonçalo do Amarante, foi um dos grandes talentos do TESGA no início dos anos 80.
Mudou-se para São Paulo, onde trabalha no Hospital das Clínicas, além de ser estudioso e exercer um grande trabalho com o Candomblé.
Ator, Enfermeiro, Religioso
Nasceu no dia 22 de outubro de 1963 em São Gonçalo do Amarante.
Iniciou no teatro nos anos 70 no UDC de São Gonçalo do Amarante, foi um dos grandes talentos do TESGA no início dos anos 80.
Mudou-se para São Paulo, onde trabalha no Hospital das Clínicas, além de ser estudioso e exercer um grande trabalho com o Candomblé.
PERSONALIDADES
Helena da Cruz
Uma das filhas de Estevam Machado de Miranda, sobreviveu ao massacre de 3 de outubro de 1645, em Uruaçu, porque foi trocada com os índios por um cão de caça.
Uma das filhas de Estevam Machado de Miranda, sobreviveu ao massacre de 3 de outubro de 1645, em Uruaçu, porque foi trocada com os índios por um cão de caça.
PERSONALIDADES
aponira Peixoto de Brito
Geógrafa, Escritora, Professora
Nasceu em 19 de março, Santo Antônio do Potengi, S.G.A. / RN
Concluiu seu curso primário em 1971, na Escola Estadual Bevenuto Filho (Santo Antônio do Potengi), tendo realizado seu curso ginasial no Colégio Atheneu e o segundo grau na Escola Estadual Presidente Kenedy.
Ingressou na U.F.R.N. em 1981 no curso de Geografia (Licenciatura), concluindo em 1984. Reigressou no curso de especialização de Geografia Urbana em 1990, concluindo em 1992, com a monografia intitulada "O município de São Gonçalo do Amarante e o seu papel na área de influência de Natal".
Geógrafa, Escritora, Professora
Nasceu em 19 de março, Santo Antônio do Potengi, S.G.A. / RN
Concluiu seu curso primário em 1971, na Escola Estadual Bevenuto Filho (Santo Antônio do Potengi), tendo realizado seu curso ginasial no Colégio Atheneu e o segundo grau na Escola Estadual Presidente Kenedy.
Ingressou na U.F.R.N. em 1981 no curso de Geografia (Licenciatura), concluindo em 1984. Reigressou no curso de especialização de Geografia Urbana em 1990, concluindo em 1992, com a monografia intitulada "O município de São Gonçalo do Amarante e o seu papel na área de influência de Natal".
PERSONALIDADES
Luís Gonzaga da Câmara e Silva
Ex-Jogador de Futebol
Nasceu no dia 01 de fevereiro de 1949
O maior jogador Sãogonçalense
Filho de José da Silva Sobrinho e Alzira Soares da Câmara e Silva, e neto do ex-Prefeito Manoel Soares da Câmara.
Ex-Jogador de Futebol
Nasceu no dia 01 de fevereiro de 1949
O maior jogador Sãogonçalense
Filho de José da Silva Sobrinho e Alzira Soares da Câmara e Silva, e neto do ex-Prefeito Manoel Soares da Câmara.
MAIS PERSONALIDADES
Anderson Victor Melo de Lima
Ator, Dançarino, Coreógrafo, Figurinista e Cenógrafo.
Nasceu em 6 de novembro de 1984, em Natal / RN
Como dançarino desde 1996 participou de vários trabalhos: Quadrilhas – Brilho da Prata, Arraiá os Piratas e Arreios Dourados; em Grupos Folclóricos atuou no Catibiri e Aldeia do Boi Calemba de São Gonçalo do Amarante, além do Grupo Vilma Sampaio em Natal.
Começou seu trabalho de Coreógrafo e Figurinista desde 2000, destacando-se em quadrilhas, arraiás e espetáculos populares – ALEGRIA NORDESTINA (Santo Antônio), ARREIOS DOURADOS e OS PIRATAS (São Gonçalo), ARRAIÁ DAS ESTRELAS (Extremoz), FLÔR DO NORDESTE (Ceará-Mirim) além do AUTO DO NATAL em São Gonçalo do Amarante.
Como Ator também começou em 2000 atuando nos grupos TESGA (A Paixão de Cristo, Sangue, Cruz e Fé e a Vinda do Messias) no CATIBIRI e participando no Auto do Natal.
Ator, Dançarino, Coreógrafo, Figurinista e Cenógrafo.
Nasceu em 6 de novembro de 1984, em Natal / RN
Como dançarino desde 1996 participou de vários trabalhos: Quadrilhas – Brilho da Prata, Arraiá os Piratas e Arreios Dourados; em Grupos Folclóricos atuou no Catibiri e Aldeia do Boi Calemba de São Gonçalo do Amarante, além do Grupo Vilma Sampaio em Natal.
Começou seu trabalho de Coreógrafo e Figurinista desde 2000, destacando-se em quadrilhas, arraiás e espetáculos populares – ALEGRIA NORDESTINA (Santo Antônio), ARREIOS DOURADOS e OS PIRATAS (São Gonçalo), ARRAIÁ DAS ESTRELAS (Extremoz), FLÔR DO NORDESTE (Ceará-Mirim) além do AUTO DO NATAL em São Gonçalo do Amarante.
Como Ator também começou em 2000 atuando nos grupos TESGA (A Paixão de Cristo, Sangue, Cruz e Fé e a Vinda do Messias) no CATIBIRI e participando no Auto do Natal.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
EDITAL E REGULAMENTO DO HINO MINICIPAL DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE- RN
RIO GRANDE DO NORTE
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN FUNDAÇÃO CULTURAL DONA MILITANA
Rua Coronel Estevam Moura, S/N CEP 59.290-000
CNPJ/MF 08.079.402/0001-35
EDITAL DO CONCURSO PÚBLICO PARA A ESCOLHA DO HINO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE
EDITAL Nº. 001/20009
A Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, por meio da Fundação Cultural Dona Militana, com sede administrativa à Rua Coronel Estevam Moura, nº 27– Centro – São Gonçalo do Amarante-RN torna publico que se encontram abertas as inscrições do Concurso Público para a escolha do Hino Oficial do Municipio de São Gonçalo do Amarante e faz saber que as inscrições se regerão pelo seguinte regulamento:
REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ESCOLHA DO HINO OFICIAL DO MUNICIPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE
O presente regulamento esclarece aspectos e estabelece critérios para a realização do Concurso que se destina a escolher uma composição (Letra e Música) a ser oficializada como Hino Oficial do Município de SÃO GONÇALO DO AMARANRTE-RN.
1 - DA REALIZAÇÃO
O Município de SÃO GONÇALO DO AMARANTE abre Concurso Público para a criação do seu Hino Municipal..
2 - DO OBJETO
Este regulamento tem por objeto a escolha do Hino Municipal de São Gonçalo do Amarante, nos termos do presente.
3 - DOS OBJETIVOS
3.1. Eleger o Hino que represente o Município de São Gonçalo do Amarante;
3.2. Promover os feitos e glórias do município de São Gonçalo do Amarante, proclamar suas peculiaridades geopolítico-sociais e histórico-culturais;
3.3. Promover a participação da população no movimento cívico do município de São Gonçalo do Amarante;
3.4. Estimular o senso cívico e a auto-estima dos Sãogonçalenses;
3.5. Estimular o talento e a criação artística como forma de valoração dos festejos cívicos da cidade;
3.6. Contribuir para o desenvolvimento artístico e cultural da sociedade;
3.7. Difundir e estimular o conhecimento sobre as artes de compor e interpretar Hinos.
4 - DA PARTICIPAÇÃO
4.1.Quaisquer brasileiros natos ou naturalizados moradores da região de cobertura do Município de São Gonçalo do Amarante/RN, que comprove residir no município;
4.2. Menores de 18 anos poderão participar desde que expressamente autorizados por seus pais ou responsáveis;
4.3. É vedada a participação dos componentes da Comissão Organizadora do Hino Municipal de São Gonçalo e participantes da Comissão de Julgamentos);
4.4. Cada concorrente poderá participar apenas com um trabalho;
4.5. Será admitida a co-autoria devendo esta constar expressamente na ficha de inscrição.
5 - DA INSCRIÇÃO E ENTREGA
5.1. A inscrição é gratuita, de acordo com o que estabelece o Regulamento do Concurso, e será realizada na Fundação Ccultural Dona Militana.
5.2. O trabalho deverá ser entregue no ato da inscrição, mediante recibo de protocolo, no período de .10 de novembro a 09 de dezembro de 2009, de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 12h e 14h às 17h.
5.3. A inscrição será realizada mediante preenchimento de formulário, com letra de forma legível e sem rasuras;
5.4. Cada autor deverá inscrever apenas uma composição destinada ao "CONCURSO DO HINO MUNICIPAL DE São Gonçalo do Amarante - RN".
5.5. O participante deverá ou os participantes deverão preencher a ficha de inscrição, assinar e anexar a esta, cópias dos documentos pessoais acompanhadas dos originais para simples conferência (RG, CPF e Comprovante de residência);
5.6. A assinatura do participante na ficha de inscrição implicará a aceitação plena das condições estabelecidas neste edital.
5.7. Para identificação o participante receberá um número de protocolo de inscrição.
5.8. Não haverá tolerância para a entrega dos trabalhos fora do prazo estipulado.
5.9. O participante deverá entregar a letra e a gravação em CD (trilha musical), em um envelope de papel, lacrado e sem nenhuma identificação, destinado ao "Concurso do Hino Municipal de São Gonçalo do Amarante";
5.10. O participante não poderá, sob pena de desclassificação do concurso, pôr qualquer tipo de identificação em nenhuma parte do trabalho. A Comissão Organizadora do concurso, utilizará os números de protocolos das inscrições, que será a identificação do participante.
6 - DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO
6.1. O trabalho deverá ser apresentado de forma padronizada observando-se, rigorosamente, as normas descritas a seguir, de modo a obter o máximo de uniformização, preservar o sigilo de autoria até o final do julgamento e permitir à Comissão Julgadora a avaliação comparativa das propostas;
6.2. A letra e a gravação em CD (trilha musical) deverão ser entregues em envelope de papel, lacrado e sem nenhuma identificação, nem exibir marcas, nomes, pseudônimos, quaisquer indicações ou assinaturas que possam identificar a autoria, sob pena de desclassificação.
7 - DA COMPOSIÇÃO DO HINO
7.1. A música deverá ser inédita;
7.2. Na gravação do CD de demonstração (trilha musical) será admitida à execução vocal com acompanhamento instrumental;
7.3 O autor trabalhará com tema relacionado ao Município de São Gonçalo do Amarante e a composição poética musical focalizará fatos históricos, os filhos ilustres, acontecimentos, os feitos, glórias e peculiaridades geopolítico-sociais e histórico-culturais;
7.3.1. Não necessariamente letra e música tenham que ser do mesmo autor: desde que ambas sejam inéditas.
7.4. A composição (música e letra), necessariamente, deverá ser inédita e possuir letra em língua pátria (português-brasileiro), sendo de única e exclusiva responsabilidade do(s) participante(s) quanto a sua autoria.
8 - DAS COMISSÕES ORGANIZADORA E JULGADORA
8.1. A Comissão Julgadora que avaliará e escolherá o Hino vencedor, será composta por sete integrantes.
9 - DO JULGAMENTO
9.1. Para efeito de julgamento, serão considerados:
9.1.2. Na apreciação musical serão observados a originalidade, o estilo, a beleza da melodia, a harmonia, o ritmo e a singularidade da música;
9.1.3. O tempo de execução do Hino deverá ser no mínimo 3 (três) minutos e no máximo 6 (seis) minutos;
9.1.4. Os aspectos lingüístico-literários, a adequação do tema, a facilidade de comunicação, a interação com a melodia, a gramática correta, com linguagem ao alcance de todos;
9.1.5. Coerência do conjunto da obra (letra e música) com os objetivos dispostos no item 8.4;
9.1.6. Entenda-se por composição musical original e inédita aquela que não seja plágio e não tenha sido editada, gravada e apresentada em público até este concurso;
9.2. O julgamento dos trabalhos estará a cargo da Comissão Julgadora composta por sete membros, que poderão solicitar auxílio a convidados de reconhecido saber no âmbito musical, histórico e/ou literário;
9.3. A Comissão Julgadora fará a seleção e julgamento das composições entre o período de 03 de novembro a 31 de novembro de 2009, data a ser estabelecida pela própria comissão;
9.4. Para avaliar os trabalhos, a Comissão Julgadora seguirá rigorosamente este edital e seu regulamento;
9.5. O trabalho selecionado será divulgado aos participantes do concurso após o julgamento, em local a ser definido.
9.6. O trabalho selecionado será divulgado a todos durante a programação da Festa da Emancipação política, no blog da Fundação Cultural Dona Militana no portal do município (http://www.saogonçalo.rn.gov.br/).
10 - DA PREMIAÇÃO
10.1. Ao trabalho vencedor será concedido um prêmio no valor de R$ 10.000,00 (dez Mil Reais)
10.2. O prêmio será dividido entre os autores, caso haja a co-autoria, conforme salientado no item 4.5;
10.3. O prêmio será entregue no dia 11 de dezembro durante a programação da festa de Emancipação Política do município de São Gonçalo do Amarante
11 - DOS RECURSOS LEGAIS
11.1. Após a divulgação do resultado aos participantes (dia do julgamento), decorrerá prazo de cinco dias corridos para a apresentação formal e fundamentada de quaisquer denúncias, referente a falta de ineditismo da composição, findo o qual não haverá qualquer possibilidade de reclamação.
12 - DO DIREITO AUTORAL
12.1. Os compositores cederão a propriedade intelectual da obra de pleno direito e por prazo indeterminado ao Município de SÃO GONÇALO DO AMARANTE, que se reserva o direito de publicar, gravar e divulgar o trabalho premiado.
13 - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
13.1. Para fins de validação deste edital, exige-se o mínimo de três inscrições;
13.2. O Município de São Gonçalo do Amarante e a Comissão Organizadora do Hino Municipal poderão determinar a realização de um novo concurso caso nenhum dos trabalhos apresentados seja selecionado pela Comissão Julgadora;
13..3. A inobservância deste edital, por parte de qualquer participante, implicará a desclassificação imediata;
13.4. Os casos omissos neste edital serão resolvidos pela Comissão Organizadora;
13.5. Os trabalhos não selecionados serão arquivados junto à FUNDAÇÃO CULTURAIS DONA MILITANA.
São Gonçalo do Amarante, 09 de novembro de 2009.
Jaime Calado Pereira dos Santos
Prefeito Municipal
RIO GRANDE DO NORTE
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN
FUNDAÇÃO CULTURAL DONA MILITANA
Centro Administrativo à Rua Alexandre Cavalcanti, S/N CEP 59.290-000
CNPJ/MF 08.079.402/0001-35
CONCURSO PÚBLICO PARA ESCOLHA DO HINO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE-RN
EDITAL Nº 001/2009
FICHA DE INSCRIÇÃO
N°__________/2009
RESPONSÁVEL PELA INSCRIÇÃO__________________________________________
(Receberá o prêmio apenas o responsável pela inscrição)
TÍTULO DA OBRA MUSICAL
NOME E ASSINATURA(S) DO(S) AUTORE(S) DA LETRA DO HINO:
PROFISSÃO:____________________________CPF______________________________
RG:__________________________________CPF________________________________
ENDEREÇO:__________________________BAIRRO:____________________________
CEP:___________________________CIDADE:____________________ESTADO:_____
E-MAIL:__________________________________________________________________
RIO GRANDE DO NORTE
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN
FUNDAÇÃO CULTURAL DONA MILITANA
Centro Administrativo à Rua Alexandre Cavalcanti, S/N CEP 59.290-000
CNPJ/MF 08.079.402/0001-35
NOME E ASSINATURA DO(S) AUTOR(ES) DA MÚSICA:
(Em caso de mais de um autor, TODOS deverão assinar; o preenchimento dos dados somente do responsável):
PROFISSÃO:______________________________CPF:______________________________
RG:______________________________________ÓRGÃOEXPEDIDOR:________________
ENDEREÇO:_______________________________BAIRRO:__________________________
CIDADE:__________________________________ESTADO:_____________CEP:_________
E-MAIL:_____________________________TELEFONE:______________CELULAR:_______
1 - AUTORIZAÇÃO:
1.1 Pelo presente instrumento particular, o(s) autor(es) e/ou compositor(es)supra qualificados, concordam com todos os termos do Edital nº. 001/2009 e como detentores dos direitos autorais relacionados à(s) obra(s) musical(is) acima identificados, transferem gratuitamente os direitos de interpretação, produção e arranjo de tal(is) obra(s), à Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante-RN, licenciando-aspara inclusão em fonograma e/ou produção audivisual vinculados à Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, distribuição gratuita de CD, DVD e demais suportes materiais, no Brasil e no Exterior.
1.2 O(s) autor(es) e/ou compositor(es) supra qualificados também autorizam a utilização de seus nomes e imagem para fixação em obras fotográficas e audiovisuais, licenciando, inclusive o uso de imagem para transmissão pela televisão, ou qualquer outro meio factível, no Brasil e no Exterior, em número ilimitado de vezes, em circuito aberto e/ou fechado sem que disso seja devido aos autores qualquer remuneração, reembolso ou compensação de qualquer natureza
.
1.3 A presente autorização é firmada em caráter irrevogável e irretratável.
São Gonçalo do amarrante, 10 de novembro de 2009
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN FUNDAÇÃO CULTURAL DONA MILITANA
Rua Coronel Estevam Moura, S/N CEP 59.290-000
CNPJ/MF 08.079.402/0001-35
EDITAL DO CONCURSO PÚBLICO PARA A ESCOLHA DO HINO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE
EDITAL Nº. 001/20009
A Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, por meio da Fundação Cultural Dona Militana, com sede administrativa à Rua Coronel Estevam Moura, nº 27– Centro – São Gonçalo do Amarante-RN torna publico que se encontram abertas as inscrições do Concurso Público para a escolha do Hino Oficial do Municipio de São Gonçalo do Amarante e faz saber que as inscrições se regerão pelo seguinte regulamento:
REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ESCOLHA DO HINO OFICIAL DO MUNICIPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE
O presente regulamento esclarece aspectos e estabelece critérios para a realização do Concurso que se destina a escolher uma composição (Letra e Música) a ser oficializada como Hino Oficial do Município de SÃO GONÇALO DO AMARANRTE-RN.
1 - DA REALIZAÇÃO
O Município de SÃO GONÇALO DO AMARANTE abre Concurso Público para a criação do seu Hino Municipal..
2 - DO OBJETO
Este regulamento tem por objeto a escolha do Hino Municipal de São Gonçalo do Amarante, nos termos do presente.
3 - DOS OBJETIVOS
3.1. Eleger o Hino que represente o Município de São Gonçalo do Amarante;
3.2. Promover os feitos e glórias do município de São Gonçalo do Amarante, proclamar suas peculiaridades geopolítico-sociais e histórico-culturais;
3.3. Promover a participação da população no movimento cívico do município de São Gonçalo do Amarante;
3.4. Estimular o senso cívico e a auto-estima dos Sãogonçalenses;
3.5. Estimular o talento e a criação artística como forma de valoração dos festejos cívicos da cidade;
3.6. Contribuir para o desenvolvimento artístico e cultural da sociedade;
3.7. Difundir e estimular o conhecimento sobre as artes de compor e interpretar Hinos.
4 - DA PARTICIPAÇÃO
4.1.Quaisquer brasileiros natos ou naturalizados moradores da região de cobertura do Município de São Gonçalo do Amarante/RN, que comprove residir no município;
4.2. Menores de 18 anos poderão participar desde que expressamente autorizados por seus pais ou responsáveis;
4.3. É vedada a participação dos componentes da Comissão Organizadora do Hino Municipal de São Gonçalo e participantes da Comissão de Julgamentos);
4.4. Cada concorrente poderá participar apenas com um trabalho;
4.5. Será admitida a co-autoria devendo esta constar expressamente na ficha de inscrição.
5 - DA INSCRIÇÃO E ENTREGA
5.1. A inscrição é gratuita, de acordo com o que estabelece o Regulamento do Concurso, e será realizada na Fundação Ccultural Dona Militana.
5.2. O trabalho deverá ser entregue no ato da inscrição, mediante recibo de protocolo, no período de .10 de novembro a 09 de dezembro de 2009, de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 12h e 14h às 17h.
5.3. A inscrição será realizada mediante preenchimento de formulário, com letra de forma legível e sem rasuras;
5.4. Cada autor deverá inscrever apenas uma composição destinada ao "CONCURSO DO HINO MUNICIPAL DE São Gonçalo do Amarante - RN".
5.5. O participante deverá ou os participantes deverão preencher a ficha de inscrição, assinar e anexar a esta, cópias dos documentos pessoais acompanhadas dos originais para simples conferência (RG, CPF e Comprovante de residência);
5.6. A assinatura do participante na ficha de inscrição implicará a aceitação plena das condições estabelecidas neste edital.
5.7. Para identificação o participante receberá um número de protocolo de inscrição.
5.8. Não haverá tolerância para a entrega dos trabalhos fora do prazo estipulado.
5.9. O participante deverá entregar a letra e a gravação em CD (trilha musical), em um envelope de papel, lacrado e sem nenhuma identificação, destinado ao "Concurso do Hino Municipal de São Gonçalo do Amarante";
5.10. O participante não poderá, sob pena de desclassificação do concurso, pôr qualquer tipo de identificação em nenhuma parte do trabalho. A Comissão Organizadora do concurso, utilizará os números de protocolos das inscrições, que será a identificação do participante.
6 - DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO
6.1. O trabalho deverá ser apresentado de forma padronizada observando-se, rigorosamente, as normas descritas a seguir, de modo a obter o máximo de uniformização, preservar o sigilo de autoria até o final do julgamento e permitir à Comissão Julgadora a avaliação comparativa das propostas;
6.2. A letra e a gravação em CD (trilha musical) deverão ser entregues em envelope de papel, lacrado e sem nenhuma identificação, nem exibir marcas, nomes, pseudônimos, quaisquer indicações ou assinaturas que possam identificar a autoria, sob pena de desclassificação.
7 - DA COMPOSIÇÃO DO HINO
7.1. A música deverá ser inédita;
7.2. Na gravação do CD de demonstração (trilha musical) será admitida à execução vocal com acompanhamento instrumental;
7.3 O autor trabalhará com tema relacionado ao Município de São Gonçalo do Amarante e a composição poética musical focalizará fatos históricos, os filhos ilustres, acontecimentos, os feitos, glórias e peculiaridades geopolítico-sociais e histórico-culturais;
7.3.1. Não necessariamente letra e música tenham que ser do mesmo autor: desde que ambas sejam inéditas.
7.4. A composição (música e letra), necessariamente, deverá ser inédita e possuir letra em língua pátria (português-brasileiro), sendo de única e exclusiva responsabilidade do(s) participante(s) quanto a sua autoria.
8 - DAS COMISSÕES ORGANIZADORA E JULGADORA
8.1. A Comissão Julgadora que avaliará e escolherá o Hino vencedor, será composta por sete integrantes.
9 - DO JULGAMENTO
9.1. Para efeito de julgamento, serão considerados:
9.1.2. Na apreciação musical serão observados a originalidade, o estilo, a beleza da melodia, a harmonia, o ritmo e a singularidade da música;
9.1.3. O tempo de execução do Hino deverá ser no mínimo 3 (três) minutos e no máximo 6 (seis) minutos;
9.1.4. Os aspectos lingüístico-literários, a adequação do tema, a facilidade de comunicação, a interação com a melodia, a gramática correta, com linguagem ao alcance de todos;
9.1.5. Coerência do conjunto da obra (letra e música) com os objetivos dispostos no item 8.4;
9.1.6. Entenda-se por composição musical original e inédita aquela que não seja plágio e não tenha sido editada, gravada e apresentada em público até este concurso;
9.2. O julgamento dos trabalhos estará a cargo da Comissão Julgadora composta por sete membros, que poderão solicitar auxílio a convidados de reconhecido saber no âmbito musical, histórico e/ou literário;
9.3. A Comissão Julgadora fará a seleção e julgamento das composições entre o período de 03 de novembro a 31 de novembro de 2009, data a ser estabelecida pela própria comissão;
9.4. Para avaliar os trabalhos, a Comissão Julgadora seguirá rigorosamente este edital e seu regulamento;
9.5. O trabalho selecionado será divulgado aos participantes do concurso após o julgamento, em local a ser definido.
9.6. O trabalho selecionado será divulgado a todos durante a programação da Festa da Emancipação política, no blog da Fundação Cultural Dona Militana no portal do município (http://www.saogonçalo.rn.gov.br/).
10 - DA PREMIAÇÃO
10.1. Ao trabalho vencedor será concedido um prêmio no valor de R$ 10.000,00 (dez Mil Reais)
10.2. O prêmio será dividido entre os autores, caso haja a co-autoria, conforme salientado no item 4.5;
10.3. O prêmio será entregue no dia 11 de dezembro durante a programação da festa de Emancipação Política do município de São Gonçalo do Amarante
11 - DOS RECURSOS LEGAIS
11.1. Após a divulgação do resultado aos participantes (dia do julgamento), decorrerá prazo de cinco dias corridos para a apresentação formal e fundamentada de quaisquer denúncias, referente a falta de ineditismo da composição, findo o qual não haverá qualquer possibilidade de reclamação.
12 - DO DIREITO AUTORAL
12.1. Os compositores cederão a propriedade intelectual da obra de pleno direito e por prazo indeterminado ao Município de SÃO GONÇALO DO AMARANTE, que se reserva o direito de publicar, gravar e divulgar o trabalho premiado.
13 - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
13.1. Para fins de validação deste edital, exige-se o mínimo de três inscrições;
13.2. O Município de São Gonçalo do Amarante e a Comissão Organizadora do Hino Municipal poderão determinar a realização de um novo concurso caso nenhum dos trabalhos apresentados seja selecionado pela Comissão Julgadora;
13..3. A inobservância deste edital, por parte de qualquer participante, implicará a desclassificação imediata;
13.4. Os casos omissos neste edital serão resolvidos pela Comissão Organizadora;
13.5. Os trabalhos não selecionados serão arquivados junto à FUNDAÇÃO CULTURAIS DONA MILITANA.
São Gonçalo do Amarante, 09 de novembro de 2009.
Jaime Calado Pereira dos Santos
Prefeito Municipal
RIO GRANDE DO NORTE
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN
FUNDAÇÃO CULTURAL DONA MILITANA
Centro Administrativo à Rua Alexandre Cavalcanti, S/N CEP 59.290-000
CNPJ/MF 08.079.402/0001-35
CONCURSO PÚBLICO PARA ESCOLHA DO HINO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE-RN
EDITAL Nº 001/2009
FICHA DE INSCRIÇÃO
N°__________/2009
RESPONSÁVEL PELA INSCRIÇÃO__________________________________________
(Receberá o prêmio apenas o responsável pela inscrição)
TÍTULO DA OBRA MUSICAL
NOME E ASSINATURA(S) DO(S) AUTORE(S) DA LETRA DO HINO:
PROFISSÃO:____________________________CPF______________________________
RG:__________________________________CPF________________________________
ENDEREÇO:__________________________BAIRRO:____________________________
CEP:___________________________CIDADE:____________________ESTADO:_____
E-MAIL:__________________________________________________________________
RIO GRANDE DO NORTE
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN
FUNDAÇÃO CULTURAL DONA MILITANA
Centro Administrativo à Rua Alexandre Cavalcanti, S/N CEP 59.290-000
CNPJ/MF 08.079.402/0001-35
NOME E ASSINATURA DO(S) AUTOR(ES) DA MÚSICA:
(Em caso de mais de um autor, TODOS deverão assinar; o preenchimento dos dados somente do responsável):
PROFISSÃO:______________________________CPF:______________________________
RG:______________________________________ÓRGÃOEXPEDIDOR:________________
ENDEREÇO:_______________________________BAIRRO:__________________________
CIDADE:__________________________________ESTADO:_____________CEP:_________
E-MAIL:_____________________________TELEFONE:______________CELULAR:_______
1 - AUTORIZAÇÃO:
1.1 Pelo presente instrumento particular, o(s) autor(es) e/ou compositor(es)supra qualificados, concordam com todos os termos do Edital nº. 001/2009 e como detentores dos direitos autorais relacionados à(s) obra(s) musical(is) acima identificados, transferem gratuitamente os direitos de interpretação, produção e arranjo de tal(is) obra(s), à Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante-RN, licenciando-aspara inclusão em fonograma e/ou produção audivisual vinculados à Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, distribuição gratuita de CD, DVD e demais suportes materiais, no Brasil e no Exterior.
1.2 O(s) autor(es) e/ou compositor(es) supra qualificados também autorizam a utilização de seus nomes e imagem para fixação em obras fotográficas e audiovisuais, licenciando, inclusive o uso de imagem para transmissão pela televisão, ou qualquer outro meio factível, no Brasil e no Exterior, em número ilimitado de vezes, em circuito aberto e/ou fechado sem que disso seja devido aos autores qualquer remuneração, reembolso ou compensação de qualquer natureza
.
1.3 A presente autorização é firmada em caráter irrevogável e irretratável.
São Gonçalo do amarrante, 10 de novembro de 2009
AS TERRAS SÃOGONSALENSES
AS TERRAS SÃOGONÇALENSES FORAM BANHADAS COM MUITO SANGUE, QUANDO NO DIA 03 DE OUTUBRO DE 1645, OCORREU O MORTICÍNIO DA HISTÓRIA LOCAL, ONDE 28 CRISTÃOS FORAM MASSACRADOS E MORTOS POR INDIOS BRASILEIROS E SOLDADOS HOLANDESES
JACOB RABBI, ALEMÃO A SERVIÇO DO GOVERNO HOLANDES, VIVIA COM INDIOS TAPUIAS. JUNTOU-SE A PARAOPEBA, CHEFE INDÍGENA, CONVERTIDO AO CALVINISMO, LIDERARAM O MASSACRE EM CUNHAÚ DURANTE A CELEBRAÇÃO, LOGO APÓS A ELEVAÇÃO DA HÓSTIA, SOLDADOS HOLANDESES TRANCARAM TODAS AS PORTAS DA IGREJA E OS INDIOS POTIGUARES E TAPUIAS, PARCEIROS DESSES FEITO, INVADIRAM O LOCAL E MATARAM OS COLONOS PRESENTES À MISSA.ACONTECEU NO DIA 16 DE SETEMBRO DE 1645.
E NO DIA O3 DE OUTUBRO EM URUAÇU, OS COLONOS FORAM ATRÍDOS PARA UM TERRENO, CHEGANDO NO LOCAL, FORAM HUMILHADOS PORQUE A SUA SOBREVIVÊNCIA, DEPENDIAM DA ADESÃO DE CADA UM, AO CALVINISMO. E POR NÃO ACEITAREM, OS SOLDADOS HOLANDESES E OS MESMOS INDIOS MATARAM, COM REQUINTE DE CRUELDDE. ARRANCARAM AS SUAS LÍNGUAS PARA NÃO REZAREM ORAÇÕES CATÓLICAS. BRAÇOS E PERNAS DECEPADAS, CRIANÇS PARTIDAS AO MEIO, CABEÇAS DEGOLADAS E AINDA CORTARAM OS ÓRGÃOS GENITAIS E ENFIARAM DA BOCA DOS MORTOS. FOI UM CENÁRIO DE UMA CARNIFICINA SEM IGUAL, PORÉM MUITOS ORARAM COM MUITA FÉ ATÉ A MORTE. O PADRE AMBRÓSIO FERRA FOI TORTURADO ATÉ A MORTE. MATEUS MOREIRA TEVE O SEU CORÇÃO ARRANCADO PELAS COSTAS. E MESMO COM TODO SOFRIMENTO, PRONUNCIOU AS SEGUINTES PALAVARS:"LOUVADO SEJA O SANTISSIMO SACRAMENTO" NENHUM RENEGOU A DEUS, MORRERAM COM FÉ E FIDELIDADE.
O PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO INICIOU-SE EM 15 DE MAIO DE 1988, QUANDO DOM LAIR VILAR, INICIOU O ESTUDO SOBRE OS MÁRTIRES DE URUAÇU E CUNHAÚ E, POSTERIORMENTE, FOI DESIGNADO O MONSENHOR FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA, POSTULADOR DA CAUSA. EM 03 DE BRIL DE 1999, A CNBB COMUNICOU A DIOCESE DE NATAL, A DATA DA BEATIFICAÇÃO, OFICIALIZADA EM ROMA PELO PAPA JOÃO PAULO II. ENTÃO, NO DIA 05 DE MAIO DE 2000, FALTANDO SOMENTE A CANONIZAÇÃO QUE DEPENDE DE UM MILAGRE RECONHECIDO PELA IGREJA CATÓLICA PARA SEREM OS PRIMEIROS SANTOS MÁRTIRES DO BRASIL.
EM HOMENAGEM A TODO ESSE ACONTECIMENTO FOI ERGUIDO UM MONUMENTO DA LOCALIDADE DE URUAÇU, DENOMINDO DE "MUNUMENTO AOS MÁRTIRES". ABRANGE UMA ÁREA DE 2 HECTARES DOADA PELA FAMÍLIA VERÍSSIMO, PROPRIETÁRIA DA FAZENDA. FOI PROJETADO PELO ARQUITETO E URBANISTA, FRANCISCO SOARES JUNIOR, TENDO CAPACIDDE PARA 20 MIL PEREGRINOS. SOB O ALTAR, HÁ UM PAINEL MEDINDO 30 METROS PINTADO PELO ARTISTA PLÁSTICO.....QUE ESTEVE PRESENTE EM ROMA E FOI DOADO DEFINITIVAMENTE PARA O MONUMENTO DE URUAÇU.O CAPELÃO DO MONUMENTO É O PADRE ANTONIO MURILO DE PAIVA.
EXISTE UM PROJETO PARA COSNTRUÇÃO DE POUSADAS , HOTÉIS E A CASA DOS PEREGRINOS.
ESSA HISTÓRIA ESTÁ PERCORRENDO O MUNDO, ATRAVÉS DAS VIAGENS DO MISSIONÁRIO JOSIVALDO TRAJANO DUARTE NASCIDO EM CANGUARETAMA, AFIRMA QUE TODOS OS POVOS DOS PAÍSES LATINOS SÃO RECPTIVOS PARA A HISTÓRIA DOS MASSACRES DE CUNHAÚ E URUAÇU
A INAUGUAÇÃO DO MONUMENTO ACONTECEU NO DIA 05 DE DEZEMBRO DE 2000 NA PRESENÇA DE APROXIMADAMENTE 15 MIL PESSOAS, ALÉM DE VARIAS AUTORIDADES ECLESIÁSTICAS E GOVERNAMENTAIS. A INAUGURAÇÕ OCORREU NA GESTÃO DO PREFEITO POTI CAVALCANTI.
O MUNICIPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE-RN É RECEPTIVO A TODOS QUE BUSCAM REAFIRMAR A FÉ E CONHECER O LOCAL QUE FOI PALCO DE UMA GRANDE CARNIFICINA
JACOB RABBI, ALEMÃO A SERVIÇO DO GOVERNO HOLANDES, VIVIA COM INDIOS TAPUIAS. JUNTOU-SE A PARAOPEBA, CHEFE INDÍGENA, CONVERTIDO AO CALVINISMO, LIDERARAM O MASSACRE EM CUNHAÚ DURANTE A CELEBRAÇÃO, LOGO APÓS A ELEVAÇÃO DA HÓSTIA, SOLDADOS HOLANDESES TRANCARAM TODAS AS PORTAS DA IGREJA E OS INDIOS POTIGUARES E TAPUIAS, PARCEIROS DESSES FEITO, INVADIRAM O LOCAL E MATARAM OS COLONOS PRESENTES À MISSA.ACONTECEU NO DIA 16 DE SETEMBRO DE 1645.
E NO DIA O3 DE OUTUBRO EM URUAÇU, OS COLONOS FORAM ATRÍDOS PARA UM TERRENO, CHEGANDO NO LOCAL, FORAM HUMILHADOS PORQUE A SUA SOBREVIVÊNCIA, DEPENDIAM DA ADESÃO DE CADA UM, AO CALVINISMO. E POR NÃO ACEITAREM, OS SOLDADOS HOLANDESES E OS MESMOS INDIOS MATARAM, COM REQUINTE DE CRUELDDE. ARRANCARAM AS SUAS LÍNGUAS PARA NÃO REZAREM ORAÇÕES CATÓLICAS. BRAÇOS E PERNAS DECEPADAS, CRIANÇS PARTIDAS AO MEIO, CABEÇAS DEGOLADAS E AINDA CORTARAM OS ÓRGÃOS GENITAIS E ENFIARAM DA BOCA DOS MORTOS. FOI UM CENÁRIO DE UMA CARNIFICINA SEM IGUAL, PORÉM MUITOS ORARAM COM MUITA FÉ ATÉ A MORTE. O PADRE AMBRÓSIO FERRA FOI TORTURADO ATÉ A MORTE. MATEUS MOREIRA TEVE O SEU CORÇÃO ARRANCADO PELAS COSTAS. E MESMO COM TODO SOFRIMENTO, PRONUNCIOU AS SEGUINTES PALAVARS:"LOUVADO SEJA O SANTISSIMO SACRAMENTO" NENHUM RENEGOU A DEUS, MORRERAM COM FÉ E FIDELIDADE.
O PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO INICIOU-SE EM 15 DE MAIO DE 1988, QUANDO DOM LAIR VILAR, INICIOU O ESTUDO SOBRE OS MÁRTIRES DE URUAÇU E CUNHAÚ E, POSTERIORMENTE, FOI DESIGNADO O MONSENHOR FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA, POSTULADOR DA CAUSA. EM 03 DE BRIL DE 1999, A CNBB COMUNICOU A DIOCESE DE NATAL, A DATA DA BEATIFICAÇÃO, OFICIALIZADA EM ROMA PELO PAPA JOÃO PAULO II. ENTÃO, NO DIA 05 DE MAIO DE 2000, FALTANDO SOMENTE A CANONIZAÇÃO QUE DEPENDE DE UM MILAGRE RECONHECIDO PELA IGREJA CATÓLICA PARA SEREM OS PRIMEIROS SANTOS MÁRTIRES DO BRASIL.
EM HOMENAGEM A TODO ESSE ACONTECIMENTO FOI ERGUIDO UM MONUMENTO DA LOCALIDADE DE URUAÇU, DENOMINDO DE "MUNUMENTO AOS MÁRTIRES". ABRANGE UMA ÁREA DE 2 HECTARES DOADA PELA FAMÍLIA VERÍSSIMO, PROPRIETÁRIA DA FAZENDA. FOI PROJETADO PELO ARQUITETO E URBANISTA, FRANCISCO SOARES JUNIOR, TENDO CAPACIDDE PARA 20 MIL PEREGRINOS. SOB O ALTAR, HÁ UM PAINEL MEDINDO 30 METROS PINTADO PELO ARTISTA PLÁSTICO.....QUE ESTEVE PRESENTE EM ROMA E FOI DOADO DEFINITIVAMENTE PARA O MONUMENTO DE URUAÇU.O CAPELÃO DO MONUMENTO É O PADRE ANTONIO MURILO DE PAIVA.
EXISTE UM PROJETO PARA COSNTRUÇÃO DE POUSADAS , HOTÉIS E A CASA DOS PEREGRINOS.
ESSA HISTÓRIA ESTÁ PERCORRENDO O MUNDO, ATRAVÉS DAS VIAGENS DO MISSIONÁRIO JOSIVALDO TRAJANO DUARTE NASCIDO EM CANGUARETAMA, AFIRMA QUE TODOS OS POVOS DOS PAÍSES LATINOS SÃO RECPTIVOS PARA A HISTÓRIA DOS MASSACRES DE CUNHAÚ E URUAÇU
A INAUGUAÇÃO DO MONUMENTO ACONTECEU NO DIA 05 DE DEZEMBRO DE 2000 NA PRESENÇA DE APROXIMADAMENTE 15 MIL PESSOAS, ALÉM DE VARIAS AUTORIDADES ECLESIÁSTICAS E GOVERNAMENTAIS. A INAUGURAÇÕ OCORREU NA GESTÃO DO PREFEITO POTI CAVALCANTI.
O MUNICIPIO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE-RN É RECEPTIVO A TODOS QUE BUSCAM REAFIRMAR A FÉ E CONHECER O LOCAL QUE FOI PALCO DE UMA GRANDE CARNIFICINA
PERSONALIDADE
José Maria Teixeira do Nascimento
Cantor
Nasceu em Guanduba, São Gonçalo do Amarante / RN.
Um dos mais famosos interpretes sãogonçalenses, Zezo saiu de Guanduba para ganhar o Brasil. Dono de uma voz forte e romântica, conquistou fâs em todos os estados da federação. São 20 CDS e 3 DVS gravados com serestas, forrós e xotes.
Fonte:
www.zezoproducoes.com.br
Cantor
Nasceu em Guanduba, São Gonçalo do Amarante / RN.
Um dos mais famosos interpretes sãogonçalenses, Zezo saiu de Guanduba para ganhar o Brasil. Dono de uma voz forte e romântica, conquistou fâs em todos os estados da federação. São 20 CDS e 3 DVS gravados com serestas, forrós e xotes.
Fonte:
www.zezoproducoes.com.br
PERSONALIDADE
Sidclei Figueroa dos Santos Rodrigues
Artesão, Dançarino, Coreógrafo, Figurinista
Nasceu em 12 de abril de 1977, em São Gonçalo do Amarante
Artesão formado pelo Sebrae, desde 2001 expôs na FEIRA DOS MUNICÍPIOS, na FESTA DO BOI e na BRASIL MOSTRA BRASIL, eventos ocorridos no estado.
Dançarino, desde 1999, destaca-se nos Grupos Folclóricos ALDEIA DO BOI CALEMBA e CATIBIRI de São Gonçalo do Amarante e Grupo VILMA SAMPAIO de Natal. Em quadrilhas estilizadas – ARREIOS DOURADOS e ARRAIÁ OS PIRATAS de São Gonçalo além do Grupo TESGA (Bacanal de Herodes na Paixão de Cristo).
Iniciou como coreógrafo em 2001, também nos Arraiás ARREIOS DOURADOS e OS PIRATAS, e coreografando também nos Grupos TESGA e CATIBIRI. Como destaque temos o espetáculo BRASIL MOSTRA A TUA CARA (catibiri), DA RAIZ SEM MALDADE AO MODERNO DE FALSIDADE (Catibiri), AUTO DE SONGA e na ALDEIA DO BOI CALEMBA. Trabalhos e espetáculos em que também desenhou e confeccionou os FIGURINOS, surgindo como um dos mais promissores na área.
Artesão, Dançarino, Coreógrafo, Figurinista
Nasceu em 12 de abril de 1977, em São Gonçalo do Amarante
Artesão formado pelo Sebrae, desde 2001 expôs na FEIRA DOS MUNICÍPIOS, na FESTA DO BOI e na BRASIL MOSTRA BRASIL, eventos ocorridos no estado.
Dançarino, desde 1999, destaca-se nos Grupos Folclóricos ALDEIA DO BOI CALEMBA e CATIBIRI de São Gonçalo do Amarante e Grupo VILMA SAMPAIO de Natal. Em quadrilhas estilizadas – ARREIOS DOURADOS e ARRAIÁ OS PIRATAS de São Gonçalo além do Grupo TESGA (Bacanal de Herodes na Paixão de Cristo).
Iniciou como coreógrafo em 2001, também nos Arraiás ARREIOS DOURADOS e OS PIRATAS, e coreografando também nos Grupos TESGA e CATIBIRI. Como destaque temos o espetáculo BRASIL MOSTRA A TUA CARA (catibiri), DA RAIZ SEM MALDADE AO MODERNO DE FALSIDADE (Catibiri), AUTO DE SONGA e na ALDEIA DO BOI CALEMBA. Trabalhos e espetáculos em que também desenhou e confeccionou os FIGURINOS, surgindo como um dos mais promissores na área.
PERSONALIDADE
Sidclei Figueroa dos Santos Rodrigues
Artesão, Dançarino, Coreógrafo, Figurinista
Nasceu em 12 de abril de 1977, em São Gonçalo do Amarante
Artesão formado pelo Sebrae, desde 2001 expôs na FEIRA DOS MUNICÍPIOS, na FESTA DO BOI e na BRASIL MOSTRA BRASIL, eventos ocorridos no estado.
Dançarino, desde 1999, destaca-se nos Grupos Folclóricos ALDEIA DO BOI CALEMBA e CATIBIRI de São Gonçalo do Amarante e Grupo VILMA SAMPAIO de Natal. Em quadrilhas estilizadas – ARREIOS DOURADOS e ARRAIÁ OS PIRATAS de São Gonçalo além do Grupo TESGA (Bacanal de Herodes na Paixão de Cristo).
Iniciou como coreógrafo em 2001, também nos Arraiás ARREIOS DOURADOS e OS PIRATAS, e coreografando também nos Grupos TESGA e CATIBIRI. Como destaque temos o espetáculo BRASIL MOSTRA A TUA CARA (catibiri), DA RAIZ SEM MALDADE AO MODERNO DE FALSIDADE (Catibiri), AUTO DE SONGA e na ALDEIA DO BOI CALEMBA. Trabalhos e espetáculos em que também desenhou e confeccionou os FIGURINOS, surgindo como um dos mais promissores na área.
Artesão, Dançarino, Coreógrafo, Figurinista
Nasceu em 12 de abril de 1977, em São Gonçalo do Amarante
Artesão formado pelo Sebrae, desde 2001 expôs na FEIRA DOS MUNICÍPIOS, na FESTA DO BOI e na BRASIL MOSTRA BRASIL, eventos ocorridos no estado.
Dançarino, desde 1999, destaca-se nos Grupos Folclóricos ALDEIA DO BOI CALEMBA e CATIBIRI de São Gonçalo do Amarante e Grupo VILMA SAMPAIO de Natal. Em quadrilhas estilizadas – ARREIOS DOURADOS e ARRAIÁ OS PIRATAS de São Gonçalo além do Grupo TESGA (Bacanal de Herodes na Paixão de Cristo).
Iniciou como coreógrafo em 2001, também nos Arraiás ARREIOS DOURADOS e OS PIRATAS, e coreografando também nos Grupos TESGA e CATIBIRI. Como destaque temos o espetáculo BRASIL MOSTRA A TUA CARA (catibiri), DA RAIZ SEM MALDADE AO MODERNO DE FALSIDADE (Catibiri), AUTO DE SONGA e na ALDEIA DO BOI CALEMBA. Trabalhos e espetáculos em que também desenhou e confeccionou os FIGURINOS, surgindo como um dos mais promissores na área.
PERSONALIDADE XL
Raimundo Emilio de Moura
Sanfoneiro
Nasceu em 30 de outubro de 1946, em Uruaçu, São Gonçalo do Amarante / RN.
Cafita ficou conhecido por tocar sanfona em todo o município, e com apoio da Prefeitura Municipal através dos seus administradores, Hamilton Santiago e Eliane Barros, ele montou uma banda chamada Cafita e seus Cafiotes”. Tinha 4 componentes: Cafita que tocava sanfona, cabaço tocava pandeiro, nego biu que tocava zabumba e Edvaldo que tocava triangulo. Teve enorme sucesso na região até 1996, quando pararam de se apresentar, por motivo de saúde de Cafita, além da falta de apoio financeiro para dar continuidade.
Ele começou a tocar aos 12 anos, e com 14 já saia para tocar nas comunidades do Município. Depois que cresceu, tocou na banda de forró de João Paulino que se chamava “Os Vândalos” e depois passou a se chamar “Pôr do sol”.
Músico respeitado, mas esquecido atualmente por essa geração, podemos dizer que Cafita foi quem segurou no arrasta pé com sua sanfona, praticamente todas as festas entre as décadas de 70 e 80, aqui em nosso Município.
Cafita
Sanfoneiro
Nasceu em 30 de outubro de 1946, em Uruaçu, São Gonçalo do Amarante / RN.
Cafita ficou conhecido por tocar sanfona em todo o município, e com apoio da Prefeitura Municipal através dos seus administradores, Hamilton Santiago e Eliane Barros, ele montou uma banda chamada Cafita e seus Cafiotes”. Tinha 4 componentes: Cafita que tocava sanfona, cabaço tocava pandeiro, nego biu que tocava zabumba e Edvaldo que tocava triangulo. Teve enorme sucesso na região até 1996, quando pararam de se apresentar, por motivo de saúde de Cafita, além da falta de apoio financeiro para dar continuidade.
Ele começou a tocar aos 12 anos, e com 14 já saia para tocar nas comunidades do Município. Depois que cresceu, tocou na banda de forró de João Paulino que se chamava “Os Vândalos” e depois passou a se chamar “Pôr do sol”.
Músico respeitado, mas esquecido atualmente por essa geração, podemos dizer que Cafita foi quem segurou no arrasta pé com sua sanfona, praticamente todas as festas entre as décadas de 70 e 80, aqui em nosso Município.
Cafita
PERSONALIDADE XXXIX
Francisco Potiguar Cavalcanti
Político, Prefeito
Nascido em 11 de maio de 1917, Rego Moleiro, São Gonçalo do Amarante, RN.
Faleceu em 18 de maio de 1986.
Filho de Alexandre Carlos Cavalcanti e de Maria Isabel Rodrigues Cavalcanti, ele viveu a sua infância e juventude ao lado dos seus pais e irmãos, em Rego moleiro e Natal, onde estudou no Colégio santo Antônio e no Atheneu Norte-Rio-Grandense. Seu primeiro casamento foi com Iolanda Lins d'Albuquerque, em 18 de setembro de 1943, dessa união nasceram seis filhos: Paulo Tarcísio, Ana Maria, Marta, Maria das Graças, Alexandre Cavalcanti e João Maria, este último falecido aos 6 meses de idade. Após seis anos da morte de dona Iolanda, ocorrida em 1954, Poti Cavalcanti constituiu nova família, casando-se em Natal no dia 16 de janeiro de 1960, com Iracy Guedes Alcoforado, com quem teve dois filhos: Poti Júnior e Suely.
Poti exerceu vários cargos públicos nos municípios de São paulo do Potengi e Monte Alegre, retornando a São Gonçalo do Amarante, a partir da restauração da autonomia política do Município em 1958. Com larga experiência no serviço público municipal, Ele foi convidado a participar do primeiro Governo de São gonçalo do Amarante, após a emancipação política, passando a exercer o cargo de Secretário, na Administração do prefeito Manoel Soares da Câmara (1958/1959).
Nas eleições de outubro de 1959, Poti Cavalcanti foi eleito vice-Prefeito; na chapa encabeçada por Leonel Mesquita, tomando posse em 19 de janeiro de 1960. durante esse mandato (1960/1964), exerceu cumulativamente o cargo de Presidente da Câmara Municipal, tendo sido, o primeiro Presidente daquela Casa Legislativa.
Já nas eleições de 1965, elegeu-se Prefeito Municipal, ao lado do Vice, Lauro Pinheiro da Costa (Capito). Destacando as principais realizações de seu mandato, encontramos a integração do Município à rede de cidades beneficiadas pela energia de Paulo Afonso, contemplando a sede do Município e o então Distrito de Santo Antônio do Potengi; a melhoria do sistema educacional; ampliação e conservação de estradas vicinais; a desapropriação de terrenos na área urbana, para doação a pessoas carentes, fazendo surgir diversas ruas, como a Rua 31 de Março, Rua da Floresta, Rua Poti Cavalcanti, entre outras, inclusive no povoado de Jacaré-Mirim. Ainda em 1961, realizou-se em São Gonçalo do Amarante o concurso público para Tabelião do 2º Cartório Judiciário, no qual ele foi aprovado em 1º lugar, tendo assumido o cargo de Tabelião e Oficial do registro Civil, no qual foi sucedido pela esposa, Iracy Guedes Cavalcanti, após sua aposentadoria em 1983.
Ele foi sem dúvida uma das figuras que mais se destacou no cenário sócio-político sãogonçalense no século passado. Participou ativamente de todos os eventos ocorridos em sua Cidade. Católico fervoroso, não faltava às missas dominicais; no mês de maio era patrocinador da noite do dia 11, data de seu aniversário.
Em 1978, Poti Cavalcanti foi acometido de doença coronariana e teve de submeter-se a cirugia para implante de três pontes de safena. Após oito anos, surgiram novos problemas cardíacos irreversíveis, vindo a falecer em 1986. Foi sepultado no cemitério de São Gonçalo do Amarante, como era seu desejo.
Político, Prefeito
Nascido em 11 de maio de 1917, Rego Moleiro, São Gonçalo do Amarante, RN.
Faleceu em 18 de maio de 1986.
Filho de Alexandre Carlos Cavalcanti e de Maria Isabel Rodrigues Cavalcanti, ele viveu a sua infância e juventude ao lado dos seus pais e irmãos, em Rego moleiro e Natal, onde estudou no Colégio santo Antônio e no Atheneu Norte-Rio-Grandense. Seu primeiro casamento foi com Iolanda Lins d'Albuquerque, em 18 de setembro de 1943, dessa união nasceram seis filhos: Paulo Tarcísio, Ana Maria, Marta, Maria das Graças, Alexandre Cavalcanti e João Maria, este último falecido aos 6 meses de idade. Após seis anos da morte de dona Iolanda, ocorrida em 1954, Poti Cavalcanti constituiu nova família, casando-se em Natal no dia 16 de janeiro de 1960, com Iracy Guedes Alcoforado, com quem teve dois filhos: Poti Júnior e Suely.
Poti exerceu vários cargos públicos nos municípios de São paulo do Potengi e Monte Alegre, retornando a São Gonçalo do Amarante, a partir da restauração da autonomia política do Município em 1958. Com larga experiência no serviço público municipal, Ele foi convidado a participar do primeiro Governo de São gonçalo do Amarante, após a emancipação política, passando a exercer o cargo de Secretário, na Administração do prefeito Manoel Soares da Câmara (1958/1959).
Nas eleições de outubro de 1959, Poti Cavalcanti foi eleito vice-Prefeito; na chapa encabeçada por Leonel Mesquita, tomando posse em 19 de janeiro de 1960. durante esse mandato (1960/1964), exerceu cumulativamente o cargo de Presidente da Câmara Municipal, tendo sido, o primeiro Presidente daquela Casa Legislativa.
Já nas eleições de 1965, elegeu-se Prefeito Municipal, ao lado do Vice, Lauro Pinheiro da Costa (Capito). Destacando as principais realizações de seu mandato, encontramos a integração do Município à rede de cidades beneficiadas pela energia de Paulo Afonso, contemplando a sede do Município e o então Distrito de Santo Antônio do Potengi; a melhoria do sistema educacional; ampliação e conservação de estradas vicinais; a desapropriação de terrenos na área urbana, para doação a pessoas carentes, fazendo surgir diversas ruas, como a Rua 31 de Março, Rua da Floresta, Rua Poti Cavalcanti, entre outras, inclusive no povoado de Jacaré-Mirim. Ainda em 1961, realizou-se em São Gonçalo do Amarante o concurso público para Tabelião do 2º Cartório Judiciário, no qual ele foi aprovado em 1º lugar, tendo assumido o cargo de Tabelião e Oficial do registro Civil, no qual foi sucedido pela esposa, Iracy Guedes Cavalcanti, após sua aposentadoria em 1983.
Ele foi sem dúvida uma das figuras que mais se destacou no cenário sócio-político sãogonçalense no século passado. Participou ativamente de todos os eventos ocorridos em sua Cidade. Católico fervoroso, não faltava às missas dominicais; no mês de maio era patrocinador da noite do dia 11, data de seu aniversário.
Em 1978, Poti Cavalcanti foi acometido de doença coronariana e teve de submeter-se a cirugia para implante de três pontes de safena. Após oito anos, surgiram novos problemas cardíacos irreversíveis, vindo a falecer em 1986. Foi sepultado no cemitério de São Gonçalo do Amarante, como era seu desejo.
PERSONLIDADE XXXVII
Plínio Lins Caldas
Político, Prefeito (1930 a 1934)
Plínio governou em caráter provisório até 1934. Inaugurou a Luz elétrica da cidade, cujo motor foi vendido para uma fazenda do interior do Estado, em 1936, pelo então chefe político do Município José Mesquita, que exercia autoridade sobre os prefeitos daquela época.
Político, Prefeito (1930 a 1934)
Plínio governou em caráter provisório até 1934. Inaugurou a Luz elétrica da cidade, cujo motor foi vendido para uma fazenda do interior do Estado, em 1936, pelo então chefe político do Município José Mesquita, que exercia autoridade sobre os prefeitos daquela época.
PERSONALIDADE XXXIV
Pedro Miranda da Silva
Ator, Palhaço, Brincante do Boi Pintadinho, Pedreiro.
Nasceu em 31 de maio de 1955, em São Gonçalo do Amarante / RN.
Faleceu em 3 de agosto de 1995, em Natal / RN.
Foi o primeiro Jesus da tradicional peça "A Paixão de Cristo" encenada 1974,PELO U.D.C.
Ator, Palhaço, Brincante do Boi Pintadinho, Pedreiro.
Nasceu em 31 de maio de 1955, em São Gonçalo do Amarante / RN.
Faleceu em 3 de agosto de 1995, em Natal / RN.
Foi o primeiro Jesus da tradicional peça "A Paixão de Cristo" encenada 1974,PELO U.D.C.
PERSONALIDDE XXXVII
Pedro Marques de Oliveira
Mestre do Boi Pintadinho
Nasceu no dia 3 de dezembro de 1914 no Sítio Breu, São Gonçalo do Amarante, RN
Faleceu no dia 14 de agosto de 1992 em São Gonçalo do Amarante.
Mestre do Boi Pintadinho
Nasceu no dia 3 de dezembro de 1914 no Sítio Breu, São Gonçalo do Amarante, RN
Faleceu no dia 14 de agosto de 1992 em São Gonçalo do Amarante.
PERSONALIDADE XXXVI
Paulo Ney Correia de Lima
Ator, Empresário
25 de agosto de 1972, Santo Antônio do Potengi, São Gonçalo do Amarante, RN.
Começou a carreira artística aos seis anos de idade no Jardim de infância. Com a peça infantil “O Coelhinho da Floresta”, vivendo o caçador.
Fazia dublagens ainda na escolinha e durante a adolescência, dançando break e phunk em apresentações públicas e nos clubes do município .
Em 1989 incorporou o elenco do grupo TESGA, atuando na Paixão de Cristo como o ladrão mal. De lá pra cá foram inúmeros os personagens e peças em que fez parte. Atuou como palhaço, ladrão, garçon, noivo, político, alienado, gay, machão, mulher.
Em 1993 assumiu o personagem de Jesus Cristo, sendo protagonista da mais tradicional encenação artística do município de São Gonçalo do Amarante, “A Paixão de Cristo” encenada a mais de 30 anos. Adquirindo uma nova postura profissional. Já se apresentou em quase 80% dos municípios do estado do Rio Grande do Norte, além dos estados da Paraíba e Ceará.
Ator consagrado no papel do Cristo pela crítica potiguar.
Proprietário de uma Academia de fitness no centro de São Gonçalo, concilia seus trabalhos artísticos com o cuidado ao corpo.
Casado com Jaqueline Débora (a Maria), é pai de três filhos.
No Teatro:
...
- A Paixão de Cristo
- Só é Besta quem Quer
- Como Salvar meu Casamento
- A Formiga e a Cigarra no Mundo da Magia
- O Coelhinho da Floresta
- O Auto de Natal / SGA
- Casamento Matuto
- Show de Caricatas
Ator, Empresário
25 de agosto de 1972, Santo Antônio do Potengi, São Gonçalo do Amarante, RN.
Começou a carreira artística aos seis anos de idade no Jardim de infância. Com a peça infantil “O Coelhinho da Floresta”, vivendo o caçador.
Fazia dublagens ainda na escolinha e durante a adolescência, dançando break e phunk em apresentações públicas e nos clubes do município .
Em 1989 incorporou o elenco do grupo TESGA, atuando na Paixão de Cristo como o ladrão mal. De lá pra cá foram inúmeros os personagens e peças em que fez parte. Atuou como palhaço, ladrão, garçon, noivo, político, alienado, gay, machão, mulher.
Em 1993 assumiu o personagem de Jesus Cristo, sendo protagonista da mais tradicional encenação artística do município de São Gonçalo do Amarante, “A Paixão de Cristo” encenada a mais de 30 anos. Adquirindo uma nova postura profissional. Já se apresentou em quase 80% dos municípios do estado do Rio Grande do Norte, além dos estados da Paraíba e Ceará.
Ator consagrado no papel do Cristo pela crítica potiguar.
Proprietário de uma Academia de fitness no centro de São Gonçalo, concilia seus trabalhos artísticos com o cuidado ao corpo.
Casado com Jaqueline Débora (a Maria), é pai de três filhos.
No Teatro:
...
- A Paixão de Cristo
- Só é Besta quem Quer
- Como Salvar meu Casamento
- A Formiga e a Cigarra no Mundo da Magia
- O Coelhinho da Floresta
- O Auto de Natal / SGA
- Casamento Matuto
- Show de Caricatas
PERSONALIDADE XXXII
Odissé Almeida
Ex-Jogador de Futebol
Nasceu na Fazenda Pajuçara, São Gonçalo do Amarante / RN.
Ex-Jogador de Futebol
Nasceu na Fazenda Pajuçara, São Gonçalo do Amarante / RN.
PERSONALIDDE XXVIII
Maurício Fernandes de Oliveira
Político
Nasceu em 26 de setembro de 1926 e faleceu em 25 de fevereiro de 1997
Político
Político
Nasceu em 26 de setembro de 1926 e faleceu em 25 de fevereiro de 1997
Político
PERSONALIDADE XXVII
Antônio Murilo de Paiva
Padre, Sociólogo, Filósofo, Poeta, Escritor
Nasceu no dia 25 de junho de 1957 em São Gonçalo do Amarante, RN.
Filho de Teodósio Henrique de Paiva e Maria Ester de Paiva, é o mais velho dos 15 filhos do casal.
Desde a adolescência sempre foi envolvido em movimentos culturais e religiosos da Cidade. Um dos fundadores do UDC (hoje Tesga), tinha como objetivo a evangelização através do teatro.
Ingressou no Seminário em 1977, integrando a primeira turma de seminaristas na reabertura do Seminário São Pedro da Arquidiocese de Natal.
Cursou Estudos Sociais e Filosofia na UFRN. Iniciou os estudos de Teologia na PUC/RJ e conclui-os no Seminário São Pedro, em Natal, em 1985.
Também em 1985 foi ordenado Padre, em missa realizada no patamar da Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante; evento marcante para a população que lotou as ruas do Centro da Cidade.
Em 1996, participou do ano de formação do Prado na Colômbia.
No período de 1986 a 1998, assumiu a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Macau/RN. Atualmente é pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Parnamirim e membro das Comissões Regional e Nacional da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP). É também o Capelão do Monumento ao Mártires em Uruaçu, São Gonçalo do Amarante.
Seu envolvimento com as letras, "Graças a Deus" gerou livros para eternizar seus pensamentos, sentimentos e experiências, nos possibilitando um olhar mais aprofundado de quem é o "Padre Murilo de São Gonçalo do Amarante", enriquecendo nossa Cultura e fazendo parte do seleto grupo de ilustres que não apenas soma, mas multiplica a qualidade histórica do nosso Município.
Livros:
1987 - Vidas Reais (poesia)Parceria com Ivani Machdo
1995 - Cantos da Aurora (poesia)
1997 - Como Fazer Retiros
1998 - Bendito o Teu Ventre (poesia)
Padre, Sociólogo, Filósofo, Poeta, Escritor
Nasceu no dia 25 de junho de 1957 em São Gonçalo do Amarante, RN.
Filho de Teodósio Henrique de Paiva e Maria Ester de Paiva, é o mais velho dos 15 filhos do casal.
Desde a adolescência sempre foi envolvido em movimentos culturais e religiosos da Cidade. Um dos fundadores do UDC (hoje Tesga), tinha como objetivo a evangelização através do teatro.
Ingressou no Seminário em 1977, integrando a primeira turma de seminaristas na reabertura do Seminário São Pedro da Arquidiocese de Natal.
Cursou Estudos Sociais e Filosofia na UFRN. Iniciou os estudos de Teologia na PUC/RJ e conclui-os no Seminário São Pedro, em Natal, em 1985.
Também em 1985 foi ordenado Padre, em missa realizada no patamar da Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante; evento marcante para a população que lotou as ruas do Centro da Cidade.
Em 1996, participou do ano de formação do Prado na Colômbia.
No período de 1986 a 1998, assumiu a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Macau/RN. Atualmente é pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Parnamirim e membro das Comissões Regional e Nacional da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP). É também o Capelão do Monumento ao Mártires em Uruaçu, São Gonçalo do Amarante.
Seu envolvimento com as letras, "Graças a Deus" gerou livros para eternizar seus pensamentos, sentimentos e experiências, nos possibilitando um olhar mais aprofundado de quem é o "Padre Murilo de São Gonçalo do Amarante", enriquecendo nossa Cultura e fazendo parte do seleto grupo de ilustres que não apenas soma, mas multiplica a qualidade histórica do nosso Município.
Livros:
1987 - Vidas Reais (poesia)Parceria com Ivani Machdo
1995 - Cantos da Aurora (poesia)
1997 - Como Fazer Retiros
1998 - Bendito o Teu Ventre (poesia)
PERSONALIDADE XXIII
Maria Tereza Oliveira
Política
Destacou-se no Município por ser a Secretária de Educação e Cultura que mais tempo passou na administração. foram oito anos de muitos projetos e trabalhos desenvolvidos.
Política
Destacou-se no Município por ser a Secretária de Educação e Cultura que mais tempo passou na administração. foram oito anos de muitos projetos e trabalhos desenvolvidos.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
PERSONALIDADE XXI
Manuel Gadelha
Pároco de São Gonçalo do Amarante
Foi um dos Padres mais polêmicos que passou pelo Município.
Pároco de São Gonçalo do Amarante
Foi um dos Padres mais polêmicos que passou pelo Município.
PERSONALIDADE XX
Lindolpho Lins D'Albuquerque
ex-Tabelião
O primeiro Tabelião de São Gonçalo do Amarante.
ex-Tabelião
O primeiro Tabelião de São Gonçalo do Amarante.
PERSONLIDADE XIX
Manoel Soares da Câmara
Político
Primeiro Prefeito do Município após a Emancipação Política de 1958.
Casado com Jacinta Soares da Câmara.
Político
Primeiro Prefeito do Município após a Emancipação Política de 1958.
Casado com Jacinta Soares da Câmara.
PERSONALIDADE XVIII
Manuel Cavalcanti
Político, Prefeito (1.1.1929 - 10.10.1930)
Tenente Manuel Cavalcanti foi o primeiro a governar o município com o título de Prefeito. Foi deposto em 10 de outubro de 1930 pela tão famosa Revolução de 30, da Aliança Liberal, que irrompeu na Paraíba, alastrando-se pelas demais unidades da Federação. Não obstante ter sido relativamente curto o período do seu governo, foi um dos melhores administradores que teve o antigo município de São Gonçalo. Seu governo durou apenas um ano e nove meses, mas realizou-se neste curto espaço de tempo uma série de empreendimentos, que comprovaram o seu tirocínio administrativo e a sua honestidade. Haja vista a construção de aterros em toda a extensão da estrada São Gonçalo a Macaíba, que era intransitável durante o inverno, e que alguns deles só em 1981 com a inauguração, foram substituídos por uma excelente rodovia asfaltada e uma ponte sobre o Potengi, que liga São Gonçalo ao vizinho Município. Ainda é de saber que o Ten. Manuel cavalcanti melhorou as finanças municipais, dando grande impulso a arrecadação.
Fonte:
História de São Gonçalo - Manuel Nazareno
Político, Prefeito (1.1.1929 - 10.10.1930)
Tenente Manuel Cavalcanti foi o primeiro a governar o município com o título de Prefeito. Foi deposto em 10 de outubro de 1930 pela tão famosa Revolução de 30, da Aliança Liberal, que irrompeu na Paraíba, alastrando-se pelas demais unidades da Federação. Não obstante ter sido relativamente curto o período do seu governo, foi um dos melhores administradores que teve o antigo município de São Gonçalo. Seu governo durou apenas um ano e nove meses, mas realizou-se neste curto espaço de tempo uma série de empreendimentos, que comprovaram o seu tirocínio administrativo e a sua honestidade. Haja vista a construção de aterros em toda a extensão da estrada São Gonçalo a Macaíba, que era intransitável durante o inverno, e que alguns deles só em 1981 com a inauguração, foram substituídos por uma excelente rodovia asfaltada e uma ponte sobre o Potengi, que liga São Gonçalo ao vizinho Município. Ainda é de saber que o Ten. Manuel cavalcanti melhorou as finanças municipais, dando grande impulso a arrecadação.
Fonte:
História de São Gonçalo - Manuel Nazareno
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